<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905</id><updated>2011-04-21T20:36:05.485-07:00</updated><title type='text'>MAGDA MORAES  em verso e prosa</title><subtitle type='html'>"Escrevo sem pensar tudo o que meu inconsciente grita. Penso depois, não só para corrigir, mas para justificar o que escrevi". Mário de Andrade.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>64</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-852413830817634732</id><published>2008-07-30T17:33:00.000-07:00</published><updated>2008-07-30T18:05:16.673-07:00</updated><title type='text'>Deus existe.</title><content type='html'>Deus existe.&lt;br /&gt;Ponto, parágrafo, letra maiúscula.&lt;br /&gt;Sim, não preciso explicar minha afirmação. Existe e pronto. E me deu uma prova de sua existência, um presente.&lt;br /&gt;Há anos eu convivia com uma dúvida cruel, dura e difícil. Uma coisa daquelas que a gente prefere nem lembrar... só deixa a dúvida ali, quietinha, para algum dia, quem sabe, resolver. A coragem veio e fui lá, bem forte, fazer um exame dolorido pra burro pra saber a verdade. E a verdade era a mais direta, reta e fria que poderia ser: trompa direita inexistente, obstrução na trompa esquerda e obstrução no útero.&lt;br /&gt;Buraco no chão. Buraco aumentando. Buraco sem fim.&lt;br /&gt;Respirei fundo, marquei consulta com meu ginecologista. Sim, era verdade mesmo. Só uma cirurgia complicada poderia me dar a chance, remota, mas era uma chance, de tentar uma inseminação artificial quando eu quisesse ter filhos. E eu tinha só 24 anos. Uau.&lt;br /&gt;Lágrimas foram meus dias... muitos dias. Fome, sono, rotina? Nada. A tristeza e a decepção tomaram conta de mim. Surtei.&lt;br /&gt;Agradeço a Deus por ter amigos e pessoas especiais em minha volta. Graças a eles consegui dar a volta por cima e superar a dor da esterilidade, a dor de perder um sonho que toda mulher tem de ter um filho. Sonho esse que foi interrompido antes mesmo de ter começado. Graças ao apoio dessas pessoas consegui entender, embora sem compreender, que Deus havia me privado de uma alegria como essa, ou ainda, que havia tornado as coisas mais difíceis e dolorosas para mim. É a vida. Bola pra frente. Me conformei.&lt;br /&gt;Alguns poucos meses se passaram quando saimos de férias, meu namorado e eu. Foram poucos dias, mas maravilhosos! Dias que fazem o resto do ano valer a pena! Que nos fazem sentir que a vida tão simples é boa e que o silêncio é música quando estamos com quem amamos! Estávamos realmente muito felizes por estarmos lá, na praia, juntos, na virada do ano.&lt;br /&gt;Um céu negro pintado de estrelas e uma lua que parecia querer conversar manchavam o mar na noite de reveillon. Espetáculo da natureza! Pena que não tínhamos equipamentos fotográficos modernos e eficientes para registrarmos aquele momento. Mas a magia do momento, o sentimento daquela hora de paz, como que com um toque de Deus sobre nós, máquina nenhuma seria capaz de registrar.&lt;br /&gt;Um mês depois, alterações no corpo, mudanças horrendas de humor e de peso. As semanas passavam, as pessoas percebiam, e não acreditava. Pensei estar estremamente doente, com fortes dificuldades hormonais. Pensei...&lt;br /&gt;Exame positivo. Eu estava grávida!&lt;br /&gt;Mas como? De que forma? E as obstruções de que me falou categorigamente meu médico? Ninguém soube me explicar.&lt;br /&gt;Primeira ecografia para descobrir se a gravidez estava acontecendo da forma correta. Lá estava ele, um grãozinho de feijão lindo e tão amado, dentro do útero, crescendo e dando esperanças a quem já não acreditava mais em milagres. Expliquei ao especialista o que havia ocorrido e perguntei como era possível aquele bebezinho estar ali dentro. Sabe o que ele disse? &lt;em&gt;&lt;strong&gt;" Querida, não faço idéia, mas o fato é que ele está aqui e é seu filho. Não questione muito esse presente!".&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A cada mês, uma sensação nova, um novo plano, um detalhe lembrado. A cada mexidinha, a cada chutinho, uma vontade de chorar de tanta alegria e satisfação. É o meu filho crescendo dentro de mim! Filho de amor, de esperança, de bênção... filho presente de Deus!&lt;br /&gt;Essa semana vimos o rostinho dele. Seu nome é Vicente, tem 30 semanas e pesa 1,624kg e é lindo! Ele ainda nem nasceu e já sorri, pois é feliz! Talvez ele sinta a mesma alegria que eu e meu marido sentimos; de alguma forma ele sabe o quanto ele é especial, o quanto ele foi desejado e o quanto eu e seu pai o amamos.&lt;br /&gt;Esse anjinho que habita meu ventre em breve fará brilhar nossa família, enchendo a casa de esperança e de motivos para que todos nós acreditemos que &lt;strong&gt;Deus existe&lt;/strong&gt;!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-852413830817634732?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/852413830817634732/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=852413830817634732&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/852413830817634732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/852413830817634732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2008/07/deus-existe.html' title='Deus existe.'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-5080871529441863561</id><published>2008-01-12T06:18:00.000-08:00</published><updated>2008-01-12T06:22:14.425-08:00</updated><title type='text'>Só um poucão...</title><content type='html'>Questão do Vestibular dos últimos tempos aplicada na Faculdade da Vida:&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Do que você precisa para ser feliz?&lt;br /&gt;A) Um carro novo, um apartamento na zona nobre da cidade, festas e eventos sociais.&lt;br /&gt;B) Presentes, jóias e brilhantes.&lt;br /&gt;C) Viagens, hotéis, piscinas.&lt;br /&gt;D) Biquínis, sol e mar.&lt;br /&gt;E) Chimarrão, brisa e uma companhia agradável.&lt;br /&gt;F) Um dia no silêncio solitário da sua casa.&lt;br /&gt;G) Uma visita, um abraço, um telefonema.&lt;br /&gt;H) Numa noite fria, dormir juntinho.&lt;br /&gt;I) Chocolates de madrugada.&lt;br /&gt;J) Sanduíche de pão de ontem e beijo na boca.&lt;br /&gt;K) Umas crônicas da Martha Medeiros e um sofá cheio almofadas.&lt;br /&gt;L) Uns dias de férias ao lado de quem você ama.&lt;br /&gt;M) Ganhar na Mega Sena.&lt;br /&gt;N) Um emprego novo.&lt;br /&gt;O) Uma cervejinha com os amigos no bar.&lt;br /&gt;P) Receber alguém no aeroporto.&lt;br /&gt;Q) Uma festa surpresa de aniversário.&lt;br /&gt;R) Casar, ter filhos e formar uma linda família.&lt;br /&gt;S) Fazer caridade.&lt;br /&gt;T) Realização e valorização profissional.&lt;br /&gt;U) Terminar a sua faculdade.&lt;br /&gt;V) Comer uma bacia de pipocas.&lt;br /&gt;X) Ir ao cinema uma vez por semana.&lt;br /&gt;Z) Sentir-se amado por ser quem você é, sem sentir vergonha de desejar todas as alternativas anteriores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos nós somos &lt;em&gt;&lt;strong&gt;mais ou menos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, alguns de nós somos &lt;em&gt;&lt;strong&gt;às vezes&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, outros são &lt;em&gt;&lt;strong&gt;talvez&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. Também há os &lt;em&gt;&lt;strong&gt;quem sabe&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; e os &lt;em&gt;&lt;strong&gt;pode ser&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. O interessante mesmo é sermos &lt;strong&gt;quem somos&lt;/strong&gt;, sem preconceitos, sem julgamentos, sem rótulos, com alternativas, e cheios de desejos, sonhos e perspectivas.&lt;br /&gt;Ninguém é 100%. Temos dias em que uma brisa nos basta. Em outros, queremos nadar em dinheiro. Há dias também em que nada do que temos nos satisfaz. Mas nos dias em que valorizamos o que somos, e não o que temos, sentimos a mais pura e completa sensação de felicidade. Somos únicos e incomparáveis.&lt;br /&gt;Somos um perfeito meio-termo sem mediocridade. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-5080871529441863561?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/5080871529441863561/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=5080871529441863561&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/5080871529441863561'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/5080871529441863561'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2008/01/s-um-pouco.html' title='Só um poucão...'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-2331240657899641228</id><published>2007-12-18T14:34:00.000-08:00</published><updated>2007-12-18T14:45:35.433-08:00</updated><title type='text'>O temido desconhecido</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Nunca foi fácil encarar coisas que não conhecemos. Mudar os rumos da vida, trocar um caminho, escolher outro futuro são atitudes que requerem uma dose extra de coragem. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Claro que sair da rotina é entusiasmante, mas quando não sabemos o que vem depois, bate um pavorzinho, um frio na barriga, um medo de não dar certo. Depois da virada, bate até um certo arrependimento, uma saudade do que ficou pra trás. Tudo normal.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acredito que o que causa mais dor nem seja o que vem na página dois, mas o que ficou na introdução. Deixar amigos, casa, programas, colegas e projetos e mudar de cidade não deve ser fácil. Nada disso cabe na mala. Podemos levar os amigos no coração, os programas na lembrança, mas os projetos não têm jeito, esses ficam pra trás mesmo, são substituídos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Encarar uma rotina diferente, arriscar a sorte, buscar um lugar ao sol é fascinante no começo. O problema é que nunca sabemos até quando vai o começo. Numa questão de dias o que era legal torna-se monótono, chato, estafante. E a página três? Esta cabe ao recém-chegado escrever. Letra a letra, frase a frase, parágrafo a parágrafo. Demora, cansa, mas vale a pena. E se não for aquilo que se esperava? Ora, borracha no texto! Volte à pagina um e recomece!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Certamente faltará na mala uma carga de experiência, mas a coragem deve equilibrar o peso. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-2331240657899641228?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/2331240657899641228/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=2331240657899641228&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/2331240657899641228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/2331240657899641228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/12/o-temido-desconhecido.html' title='O temido desconhecido'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-3568932283390164030</id><published>2007-12-05T10:39:00.000-08:00</published><updated>2007-12-05T10:40:47.738-08:00</updated><title type='text'>Complicado</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;            Nascemos e somos criados para viver em sociedade, para conviver com as outras pessoas, para acertar, para errar, enfim, para aprendermos a lutar diariamente. Somos todos frutos de uma família, seja como for, de uma concepção, de uma cultura, de um código de ética que cabe a cada um de nós estipular os tópicos.    &lt;br /&gt;            Crescemos e conquistamos amizades, nos mais diversos níveis. Acreditamos, confiamos e amamos. Nos abrimos ao meio para dar um pouco de nossa essência para o outro, o amigo, o companheiro, o coração que nos ajuda a pensar quando estamos meio perdidos, a razão que nos ajuda a chorar quando estamos engasgados.&lt;br /&gt;            Amigo não precisa estar sempre perto, não precisa ser visto todos os dias, não precisa saber de tudo. Basta que saiba que é depositário de nossa confiança, de nosso respeito, de nosso orgulho por podermos chamá-lo de amigo.&lt;br /&gt;            Amigo diz sempre a verdade, por pior que ela seja, e não nos poupa de um sofrimento momentâneo e necessário.&lt;br /&gt;            Amigo não espera nada em troca, guarda segredos, luta por nós, nos defende, cuida do nosso bem-estar, zela pela nossa saúde, se preocupa com nosso sucesso, se esforça para nos fazer rir, vibra com nossas vitórias, divide preocupações, anseios, medos e a última bolacha do pacote.      &lt;br /&gt;            Amizade supera distância, supera tempo, supera os mal-entendidos, supera mágoas, supera dores e tristezas. Amizade alcança níveis bem mais altos que outros tipos de relações humanas, pois amigo é aquele que nós escolhemos para compartilhar conosco os momentos mais sublimes e os momentos mais dolorosos de nossas vidas. Amizade só não supera mentiras.&lt;br /&gt;            Porém, nada pode ser comparado com a tristeza de uma traição. Não me refiro à traição de homem e mulher, e sim à traição da lealdade, da confiança, do respeito.&lt;br /&gt;            Traição, segundo Luft, consiste em deslealdade, perfídia. Nem preciso explicar, não é?&lt;br /&gt;            Amizade define-se com palavras-chave: lealdade, respeito, confiança, segurança, sinceridade. Quando não houver tudo isso, não existe amizade.&lt;br /&gt;            Já que não podemos viver sozinhos, enclausurados e que necessitamos de vida social, façamos o seguinte: sejamos fortes, já que fomos estúpidos, idiotas. Sejamos decididos, já que em algum momento sentimos a balança pender para o outro lado. Sejamos inteligentes, mantenhamos nossa dignidade e sigamos o NOSSO código de ética.  Que venha o próximo “amigo”. O escudo já está pronto.    &lt;br /&gt;            É nisso que dá vendar os olhos para ouvir uma única voz.&lt;br /&gt;            &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-3568932283390164030?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/3568932283390164030/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=3568932283390164030&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/3568932283390164030'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/3568932283390164030'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/12/complicado.html' title='Complicado'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-3354946766308545296</id><published>2007-10-26T08:21:00.000-07:00</published><updated>2007-10-26T08:35:42.905-07:00</updated><title type='text'>Madrugada soturna</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Nenhum ruído sequer, o silêncio surdo dos quase culpados. Vazio, escuridão, estranhamento. Apagaram as luzes? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma voz me chamando de repente, não uma voz, aquela voz. Aquela. Sim, aquela voz me chamava sem emoção, sem expressão, sem sentimento, quase sem sentido, me chamava aquela voz repetidas vezes. Olhei em volta, ninguém. Alguns passos para trás e o encontro, jogado no chão, o rosto esfolado, a camisa branca ensopada de um sangue muito vivo e quente. Corri em socorro, ele nada mais dizia, apenas me olhava com olhos de súplica e cumplicidade. Não, não eram olhos de culpa, nem de inocência. Eram olhos de pavor, de medo, de consternação. Ergui sua cabeça, beijei seu rosto, senti o suor salgado em meus lábios sem entender o que havia acontecido. Não sabia onde ele estava, não sabia onde eu estava, só sabia que estávamos lá. Ele ainda estava lá, mas até quando ficaria? O que eu faria? Sem saber o que fazer, fiz. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Procurei a causa de tamanha tragédia. O carro, irreconhecível, a alguns passos de nós. Pedaços, marcas no chão, vidros quebrados, líquidos. Ele ali. Eu junto dele. Como? Sua respiração faltava, seu peito arfava, seus olhos querendo se fechar e meu coração disparando.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O desespero foi tomando conta de mim, ser impotente, inerte diante da catástrofe. Eu suava, meu rosto molhado encharcou os lençóis. De um salto, acordei chamando seu nome. Foi tudo muito rápido. Difícil acalmar o coração.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Está tudo bem?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Sim, por que?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Por nada. Volte com cuidado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Tudo bem, não vou demorar. Vá dormir, você tem compromisso de manhã.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;-Sim, eu sei. Já vou deitar. Olha, tome cuidado, por favor.&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Tchau&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Algumas horas depois, esclareceram-se muitas dúvidas. Consegui desentalar palavras mágicas que teimavam em não sair. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Deseja saber o valor que você dá a alguém? É muito simples, basta sonhar em perdê-lo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Amo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-3354946766308545296?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/3354946766308545296/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=3354946766308545296&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/3354946766308545296'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/3354946766308545296'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/10/madrugada-soturna.html' title='Madrugada soturna'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-71404982260351030</id><published>2007-10-22T12:04:00.000-07:00</published><updated>2007-10-22T12:05:32.319-07:00</updated><title type='text'>Assim mesmo</title><content type='html'>O ser humano é a única criatura realmente capaz, tanto de se adaptar, quanto de modificar o seu próprio meio e as suas próprias sensações. Nasce com as costas carregadas de expectativas alheias, sem saber que um mundo cão o espera lá fora, num futuro bem próximo. A única coisa que sabe fazer é chorar, chorar por tudo, porque tem fome, porque tem frio, porque quer colo, porque se sente só, porque tem dor, porque está feliz, etc. Cresce um pouquinho e aprende a balbuciar para pedir água, para chamar a mamama, para xingar o totó, para pedir papá, mas não deixa de chorar. Cresce outro pouquinho e aprende a engatinhar, vai até os objetos que deseja alcançar, passeia pela casa agarrando a perna da mamãe, puxando o rabo do totó, carregando os brinquedos e os espalhando por todo o canto, mas nunca se esquece de chorar. Continua crescendo, se desenvolvendo, mas já não vai em busca de todos os objetos que deseja alcançar, já não agarra tanto a perna da mãe, porque ainda sabe chorar.&lt;br /&gt;            Esse ser humano não sente o tempo passar, apenas vê que ele mesmo está passando pelo tempo, porque ainda não se esqueceu de chorar. Ele cresce, vai para escola, estuda, estuda, estuda, tira notas altas e baixas; faz amigos, briga com as meninas por causa de uma caneta; espregueja a professora, mas sente falta dela nas férias; curte o recreio com os amigos, mas fica louco para voltar para casa e comer aquela comidinha que a mamãe deixou na mesa posta à sua espera. E o tempo vai passando assim.&lt;br /&gt;            Vestibular. Estuda, estuda, estuda, estuda, não passa. Chora. Passa.&lt;br /&gt;            Faculdade. Estuda, estuda, estuda, estuda, estuda, chora, se forma, chora.&lt;br /&gt;            Concurso. Estuda, estuda, estuda, estuda, estuda, chora, passa, chora.&lt;br /&gt;            Trabalho. Bate perna dias corridos atrás de um. Cansa, se desespera, corre, senta, chora, consegue um. Não deu certo. Chora. Procura outro, não encontra, chora. E mais outro. Deu certo. Nem tanto. Chora. Logo aparece outro.&lt;br /&gt;            Namorados, amizades, parceiros, romances, paixões ou solidão, tanto faz. Tudo fará chorar. O passado é aquilo que passou e que o ser humano carrega dentro de si, e que o fará chorar em qualquer futuro que se lhe apresente. O futuro o fará chorar diversas vezes ainda antes de chegar, porque o ser humano o teme todos os dias. O presente faz o ser humano chorar, porque exige muito dele todos os dias.&lt;br /&gt;            Nenhum dia nasce colorido. Todos amanhecem cinzentos. Os olhos do ser humano é que transformam as cores, se ele não estiver chorando.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-71404982260351030?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/71404982260351030/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=71404982260351030&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/71404982260351030'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/71404982260351030'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/10/assim-mesmo.html' title='Assim mesmo'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-7194319788299678779</id><published>2007-10-19T19:18:00.000-07:00</published><updated>2007-10-19T19:46:26.561-07:00</updated><title type='text'>Individualidade X Individualismo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Não é fácil conviver com essa sociedade &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;atual&lt;/span&gt;. Nada fácil, eu diria. Egoístas, cada um vive o seu mundo separado dos demais. A instituição família é elemento raro; nada mais se compartilha, nem programas de televisão, menos ainda um sofá e um filme com pipocas. É cada um no seu canto, cada um na sua. Na sua hora, no seu momento, fechado no seu quarto, compartilhando &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;idéias&lt;/span&gt; consigo mesmo (grande reflexão). Reuniões virtuais assumiram o controle, derrubando os jantares &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;formalíssimos&lt;/span&gt;, aqueles que tinha arroz, feijão, bife, batata cozida, pai, mãe, filho, filha, nora, genro, avó, tia e suco de laranja. Conversar? Para quê? Cada um sabe de si e desconfia, quando muito, sobre o que se passa com o outro. Talvez ele esteja assim porque está preocupado com o trabalho. Possivelmente ela esteja irritada porque tem cólicas. A menina deve ter brigado com a melhor amiga. O garoto provavelmente foi mal no jogo de futebol. A &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;vó&lt;/span&gt;, coitada, anda meio &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;tararaca&lt;/span&gt;, nem se lembra do que comeu no almoço, não lembrará onde deixou os óculos. Alguém deu comida para o cachorro? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É triste, mas a vida anda assim mesmo. Não raro vê-se famílias se diluindo feito açúcar em copo raso d'água; ninguém mais se preocupa com o outro, com o que o outro possa estar sentindo, se ele tem problemas ou quer trocar uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;idéia&lt;/span&gt; apenas. Se ninguém se importa com os coabitantes da casa, como podem saber tanto da vizinha? Como conhecem tão bem a marca da bolsa &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;que&lt;/span&gt; a colega de faculdade comprou? Como é possível que saibam tanto da vida dos outros sem cuidarem da sua própria vida, da sua própria família? Ora, cuidar do seu próprio nariz sabem bem! Cada um cuida do seu e ninguém se mete no que é meu. Novo lema. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Companheirismo, confiança e respeito, certa vez, foram a chave secreta para a boa convivência. Hoje ninguém se respeita, ou se respeita demais, sei lá. Permitir que o outro assista ao jogo enquanto você faz as unhas na cozinha é respeitar o desejo e a individualidade alheia. Entender que momentos de silêncio são preciosos e necessários é sinal de amor, amor ao próximo e amor-próprio. Retribuir um gesto, uma palavra, uma gentileza, é mais do que educação, mas ninguém mais se lembra o que poderia ser isso. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Desgastante, mas necessário tocar nesse assunto. Manter e respeitar a individualidade sem cair no individualismo tornou-se tarefa difícil. Porém, se todos nós nos lembrarmos de que não somos auto-suficientes, pode ser que esse triste quadro social se modifique, quadro este pintado com cores diferentes dentro de cada casa, dentro de cada família e dentro de cada coração. Quem sabe a gente tenta trocar a moldura?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-7194319788299678779?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/7194319788299678779/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=7194319788299678779&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/7194319788299678779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/7194319788299678779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/10/individualidade-x-individualismo.html' title='Individualidade X Individualismo'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-5630934745306685008</id><published>2007-10-17T10:46:00.000-07:00</published><updated>2007-10-17T10:48:34.524-07:00</updated><title type='text'>O incondicional</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O incondicional, segundo dicionário, é algo não sujeito a condições, algo absoluto, algo irrestrito. Mas, não é fácil tornar qualquer sentimento ou ato incondicional. Fazer de um sentimento algo não sujeito a condições requer uma estrutura muito profunda e sólida, pois não impor condições, na atual sociedade, em que todas as ações e sensações são acompanhadas de condições e até de interesses, requer mesmo algo absoluto.&lt;br /&gt; Mas e o que torna um sentimento absoluto? Um sentimento enorme, em que os dois lados se completam, em que até as diferenças são formas de crescimento interior e de aprendizado para se conhecer a outra pessoa ainda mais e ama-la mesmo assim. Onde as afinidades se encontram e tornam-se motivos para grandes risadas, para grandes momentos, para imensas emoções. Onde as histórias se intercruzam em forma de experiência vivida, acrescentando na vida do outro um turbilhão de reações e bagagem conjunta. Quando o problema do outro é capaz de tornar-se o nosso e as maiores alegrias tornam-se fonte de energia para continuarmos lutando em busca da nossa felicidade e da do outro. Quando a admiração prevalece, admiração pelo ser, pelo conjunto, pelos valores e até pelo não ser, pois o não ser torna-se admirável no momento em que com ele se aprende e até o ameniza, chegando ao quase ser. Quando a força de sua vida é quase coligada à força do outro e que somos separados apenas pelo corpo físico, pois nossas almas são interlaçadas, mas e o que é o corpo físico quando nossas almas são tão inseparáveis? Quando o amor que sentimos não dá espaços para vergonha de expor, de sentir, e quando o perdão não é doloroso, pois o amor é tão puro que é incapaz de guardar sensações negativas.&lt;br /&gt; Por isso, a terceira definição: irrestrito. Irrestrito seria o conjunto de tudo isso. Irrestrito é algo sem limitações e o melhor, dá a idéia de infinito, traz a certeza de evolução. O que posso dizer é que ele vai continuar crescendo, a cada fase atravessada, a cada obstáculo, a cada lágrima e também a cada vitória, a cada conquista, a cada abraço.&lt;br /&gt;E o mundo é bom? Meu mundo está melhor desde que você chegou; minha vida, nem vida seria se não fosse essa força, a força dessa amizade. Incondicional é o nome dessa força. Absoluto é o seu valor na minha vida. Irrestrito é o nosso caminho juntas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Déborah Pinho &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;*Faço minhas as tuas palavras, amiga !&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-5630934745306685008?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/5630934745306685008/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=5630934745306685008&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/5630934745306685008'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/5630934745306685008'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/10/o-incondicional.html' title='O incondicional'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-2828618354705538756</id><published>2007-10-16T10:54:00.000-07:00</published><updated>2007-10-16T11:17:00.904-07:00</updated><title type='text'>O assunto que fica no caminho</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Uma vontade de gritar, de abraçar algumas pessoas, de fugir ou me esconder de outras. Na verdade, a vontade era de escrever, mas sobre o quê? Contar das minhas vitórias? Ou quem sabe das más notícias? Poucos seriam os interessados, o texto não faria sucesso, não atingia um suposto público-alvo. Coisa mais manjada escrever sobre o autor. Quem quer saber? Ora, o próprio autor. Alguém já deve ter dito por aí, pelas ruas dessa vida, que o escritor escreve para si mesmo, para se enxergar em suas linhas. Preciosidades aqueles que conseguem ver-se nas entrelinhas. Pouco importa. Interessante mesmo é conseguir descrever os sucessos alheios, desviar nossos olhos de nosso próprio umbigo, esteja ele ferido ou colorido. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fase alheia, progresso alheio, sucesso alheio, vitória alheia. O autor sente-se tão imensamente presente em todos os termos que poderia &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;dispensar&lt;/span&gt; o "alheio". &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Faz&lt;/span&gt; parte dele mesmo, de sua história, de sua vontade de escrever.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Você já percebeu que uma simples reflexão, uma mera colocada dos pingos nos seus respectivos is é capaz de transformar uma pessoa? Uma grande amiga descobriu isso esses dias. E lá vai o autor trazer o alheio para perto de si...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando, num momento qualquer da vida, essa amiga percebeu que nada lhe faltava, respirou fundo. Quase engasgou de tanto ar nos pulmões. Quase-óbito. Sufocou, claro. Momento de pensar:"Se tudo está aqui, onde está o problema? Por que, então, algo me incomoda?". Ora, caro ser humano, o que incomoda é o que sobra! Viva a reflexão! Viva nossa capacidade de pensar! Retirar, pois, os restos; aparar as arestas; polir o que sobrou. Ah, esfregar os olhos da alma também, é importante lembrar; e lavá-los com soro fisiológico para facilitar a visão. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pelo processo de desintoxicação interior ela passou, e saiu intacta, inteirinha da silva. O processo de reavaliação é mais demorado, leva alguns dias, meses, mas funciona. A auto-exploração é o terceiro estágio. Mas quando isso acontecer, tirem os espelhos de perto dela... ninguém a amará mais nesse mundo do que ela mesma. O processo de crescimento é assim mesmo, começa com suspiros e termina com chocolates. E o autor fica assistindo, catando cada detalhe para contar para você.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autor tem sentimento? Se não se orgulhasse de tudo isso, talvez não tivesse.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-2828618354705538756?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/2828618354705538756/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=2828618354705538756&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/2828618354705538756'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/2828618354705538756'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/10/o-assunto-que-fica-no-caminho.html' title='O assunto que fica no caminho'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-8060471793117728909</id><published>2007-09-21T12:18:00.000-07:00</published><updated>2007-09-21T12:33:05.289-07:00</updated><title type='text'>Verbalizando o tempo</title><content type='html'>O tempo foi passando e foi ficando mais difícil...&lt;br /&gt;Entender que nem tudo é tão fácil,&lt;br /&gt;Guardar mágoas no bolso, fingir que não se sente,&lt;br /&gt;Ensaiar sorrisos quando se quer chorar,&lt;br /&gt;Pedir perdão quando se quer matar,&lt;br /&gt;Rejeitar quando se quer amar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo foi passando e foi ficando mais difícil...&lt;br /&gt;Analisar as falhas cometidas,&lt;br /&gt;Os segredos que não foram guardados,&lt;br /&gt;As verdades que não foram ditas,&lt;br /&gt;Os medos que não foram superados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo foi passando e foi ficando mais difícil...&lt;br /&gt;Admitir que me perdi pelo caminho,&lt;br /&gt;Que confundi os eus,&lt;br /&gt;Que troquei palavras,&lt;br /&gt;Que entendi tudo errado,&lt;br /&gt;Que perdi um pedaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo vai passando e vai ficando mais difícil...&lt;br /&gt;Segurar a onda,&lt;br /&gt;Respirar fundo,&lt;br /&gt;Dormir feliz,&lt;br /&gt;Acordar cedo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo vai passar e vai continuar sendo difícil...&lt;br /&gt;Enquanto eu não resolver mudar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-8060471793117728909?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/8060471793117728909/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=8060471793117728909&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/8060471793117728909'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/8060471793117728909'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/09/verbalizando-o-tempo.html' title='Verbalizando o tempo'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-5438603809295075483</id><published>2007-09-20T12:51:00.000-07:00</published><updated>2007-09-20T13:05:51.390-07:00</updated><title type='text'>E o céu se fez escuro.</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;Um dia vou aprender a enxergar com os olhos da alma e a ouvir com o coração. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Um dia vou aprender que nem tudo que desejo é aquilo que o Destino reservou pra mim. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Quem sabe um dia eu aprenda que há erros que não são justificáveis, que palavras machucam, que o silêncio fere. Talvez um dia eu descubra a fórmula do acerto. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Um dia vou aprender a controlar impulsos, a admitir minhas falhas, a dizer o que sinto.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Quem sabe um dia eu consiga rir dos meus fracassos e lembrar das minhas derrotas sem dor.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Talvez um dia eu entenda a razão das minhas limitações.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Quem dera um dia eu possa dizer com certeza quem eu sou.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Um dia vou aprender que são as diferenças que aproximam as pessoas, que são as particularidades que dão graça a cada um.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Talvez um dia eu descubra que acabei acertando, ainda que sem querer; que nem todos os passos foram em falso, que nem todas as noites foram escuras.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Talvez um dia eu retire a máscara do riso e admita que não sou de ferro.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Pode ser que um dia eu festeje sem festa, que eu comemore uma vitória.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Pode ser que um dia eu chegue lá. E pode ser que um dia eu tenha paciência.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Pode ser que esse dia nunca chegue. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Pode ser que chegue tarde demais. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-5438603809295075483?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/5438603809295075483/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=5438603809295075483&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/5438603809295075483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/5438603809295075483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/09/e-o-cu-se-fez-escuro.html' title='E o céu se fez escuro.'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-6850144575851695164</id><published>2007-09-17T11:55:00.001-07:00</published><updated>2007-09-17T12:17:16.927-07:00</updated><title type='text'>Vendaval</title><content type='html'>Me quebra, eu requebro&lt;br /&gt;Monto, e me desmontas em pedaços&lt;br /&gt;Toca, fala, cala e retoca&lt;br /&gt;Minha boca nua de teus beijos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrega o jogo, conta, inventa&lt;br /&gt;Reajo, bato, nego&lt;br /&gt;Ouço teu soluço, um desespero&lt;br /&gt;Não diz, não conta, não comenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu sangue ferve enquanto dormes&lt;br /&gt;Sonhos, devaneios, porcarias que a mente cria&lt;br /&gt;Doces olhos se abrem a me beijar&lt;br /&gt;Mas onde?&lt;br /&gt;À distância me viste,&lt;br /&gt;Com fria indiferença a te olhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me leva a tua sabedoria, creio nos teus olhos aflitos&lt;br /&gt;O coração dispara descompassado, arrependido&lt;br /&gt;Será verdade ou mentira?&lt;br /&gt;Não importa. Pra que tanto barulho?&lt;br /&gt;Feche a porta. Volta...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-6850144575851695164?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/6850144575851695164/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=6850144575851695164&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/6850144575851695164'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/6850144575851695164'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/09/vendaval.html' title='Vendaval'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-7369003673519202700</id><published>2007-09-14T12:01:00.000-07:00</published><updated>2007-09-14T12:14:38.076-07:00</updated><title type='text'>Poesia morna</title><content type='html'>&lt;em&gt;O tempo faz de ti distância&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Presença sentida, notada.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Os dias passam lentos, escuros&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Na esperança da tua chegada.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Vai, faz o que é preciso,&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cansa teu corpo, sua tua camisa&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Esfola tuas mãos,&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;E dorme, e sonha.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Sonha com a chuva,&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Sonha com o vento,&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Sente meu calor do teu peito&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;E minhas mãos a tocar-te, &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;intrusas.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Acorda e olha, &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ouve meu chamado.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Onde estarei?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;No silêncio solitário e morno&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Do meu quarto.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-7369003673519202700?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/7369003673519202700/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=7369003673519202700&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/7369003673519202700'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/7369003673519202700'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/09/poesia-morna.html' title='Poesia morna'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-2054296253152115447</id><published>2007-08-29T12:42:00.000-07:00</published><updated>2007-08-29T13:03:46.225-07:00</updated><title type='text'>É preciso aprender</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Aprendemos várias coisas ao longo da vida, temos oportunidades inúmeras de aprimoramento em áreas de trabalho e conhecimento. Desenvolvemos capacidades profissionais, evoluimos o nível cultural, mas, por vezes, esquecemos de trabalhar as virtudes humanas. Aprendemos com os mais velhos a respeitar as pessoas, a tratar a todos com carinho e atenção; descobrimos que amar é diferente de possuir, que dor de paixão não mata, nem dura para sempre; que precisamos amar a nós mesmo para podermos amar alguém, que precisamos dar valor a quem nos faz bem. Só esquecemos que também precisamos aprender a perdoar. É certo que quem dá o tapa esquece; quem leva, não. Porém, lembrar não significa guardar rancor. Você pode lembrar pelo resto da sua vida de uma palavra atravessada que ouviu de uma amiga, de uma crítica desnecessária que recebeu de sua mãe, de uma negativa de seu pai quando você pediu o carro emprestado e ele disse que você não era responsável o suficiente. Lembre-se, sim; mas não esqueça de refletir sobre os motivos que levaram essas pessoas a magoarem você. Nos consideramos capazes demais, poderosos e perfeitos demais para ouvirmos coisas assim. Somos capazes de ofender também, nunca esqueçamos disso. Ofendemos quem amamos diariamente, sem percebermos. Pedimos perdão? Temos poder, sim, mas dissernir entre o poder construtivo e o destrutivo cabe à nossa sabedoria. Perfeitos? Quem são esses? Não conheço ninguém assim. Todo dia é tempo de recomeçar. Recomecemos, pois, a aprender humildemente sobre os valores humanos, a lidar com as pessoas, a enxergar suas qualidades, a elogiá-las, a estimulá-las todos os dias. Ouvir um &lt;em&gt;Bom dia &lt;/em&gt;logo cedo faz com que nosso dia torne-se mais feliz, mais sereno. Por que não melhorar o dia do outro também?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lembrar do passado e permanecer desejando um bom dia, desde que seja de coração, faz entender que você perdoou uma mágoa antiga. Sejamos mais atentos a esses detalhes tão importantes. Perdoar é um ato de amor, de aprendizado, de crescimento.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ainda que o passado não volte e que as lembranças insistam em não irem embora, perdoar faz bem ao coração e à saúde, conseqüentemente, ao futuro. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pedoemos,então, a todos os que nos feriram com palavras ou atitudes, ou até mesmo por seu silêncio. Respeitemos os defeitos alheios, pois também temos muitos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acordemos para vida e aproveitemos intensamente as boas energias!!!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-2054296253152115447?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/2054296253152115447/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=2054296253152115447&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/2054296253152115447'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/2054296253152115447'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/08/preciso-aprender.html' title='É preciso aprender'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-613811367736168908</id><published>2007-08-18T12:47:00.000-07:00</published><updated>2007-08-18T17:51:59.051-07:00</updated><title type='text'>Enfim...</title><content type='html'>O que queres,afinal, de mim?&lt;br /&gt;Enlouquecer-me com tuas loucuras?&lt;br /&gt;Torturar-me com tuas censuras?&lt;br /&gt;Perca-te, então, pelas tuas próprias ruas,&lt;br /&gt;não mais te procurarei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Some-te, segue enfim teu caminho,&lt;br /&gt;deixa-me em paz, ou fique sozinho.&lt;br /&gt;De ti quero apenas o silêncio,&lt;br /&gt;tuas palavras não me satisfazem,&lt;br /&gt;incomodam meu íntimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perdeste tempo com estratégias,&lt;br /&gt;perdeste tua própria vida e identidade.&lt;br /&gt;Não sabes? Cala-te, não sejas egoísta.&lt;br /&gt;Respeite a paz alheia, observe os limites.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só tua covardia é que te mata,&lt;br /&gt;deixe-me então viver.&lt;br /&gt;Meu mundo te dei, não quiseste,&lt;br /&gt;ou não soubeste usar.&lt;br /&gt;Agora apenas lamento&lt;br /&gt;por ti, por mim, por nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegou a hora de dar um ponto a essa história.&lt;br /&gt;É preciso ser forte para tanto.&lt;br /&gt;Se és incapaz de agir, ajo eu.&lt;br /&gt;Siga em frente, seja feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não apaga o passado,&lt;br /&gt;leva contigo as melhores lembranças,&lt;br /&gt;minha melhor palavra, meu melhor sorriso.&lt;br /&gt;Levo de ti até enquanto me fizeste bem.&lt;br /&gt;Guardo com carinho tuas melhores atitudes,&lt;br /&gt;teus melhores gestos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já não sei se um dia foste real,&lt;br /&gt;o tempo me confundiu.&lt;br /&gt;Teus sinais me atrapalham,&lt;br /&gt;teus códigos falham.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje quero dormir e amanhã acordar em paz,&lt;br /&gt;sem tua sombra a me procurar pela cidade,&lt;br /&gt;sem fantasmas a me assombrarem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me importo com o futuro,&lt;br /&gt;sei que te encontrarei lá frente,&lt;br /&gt;mas quero ver-te feliz,&lt;br /&gt;como serei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reza por nós.&lt;br /&gt;Deus nos protegerá.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-613811367736168908?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/613811367736168908/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=613811367736168908&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/613811367736168908'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/613811367736168908'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/08/o-que-queresafinal-de-mim-enlouquecer.html' title='Enfim...'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-4331553539262670549</id><published>2007-07-31T18:20:00.000-07:00</published><updated>2007-07-31T18:22:12.234-07:00</updated><title type='text'>Clichês de um velho sábio chinês</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;           O que fazer quando você quer uma coisa e não sabe como obter? Não conheço nenhum manual que explique passo a passo as atitudes que devem ser tomadas, nem sei de algum velho sábio chinês que seja capaz de aconselhar em casos assim. Acho que o sucesso chega mesmo depois de muitos erros e acertos.&lt;br /&gt;            Ela conheceu Maurício numa situação incomum. Quer dizer, a situação era comum, incomum era para ambos, mas comum para os dois. Ou melhor, incomum para os dois juntos. Ah, deixa isso pra lá, depois você vai entender. O que importa é saber que os dois se conheceram no momento errado dela. O momento dele era o certo, eu acho; mas o dela não. E enquanto o momento não é certo para os dois, permanece errado para ambos. Era muita gente envolvida na função, quase um jogo de dissimulação. Um achava que sabia o que o outro estava sabendo; o outro não sabia o que o um queria que ele soubesse. E os outros só entram na história para complicar o que já estava confuso.&lt;br /&gt;            É certo que pessoas e motivos são coisas que não combinam. Sou adepta da fusão entre pessoas e vontades, mas inegavelmente os motivos sempre atrapalham as vontades. Daniela queria Maurício, que queria Daniela que, teoricamente, não podia ter Maurício por causa dos malditos motivos. Daniela, no entanto, tinha motivos para querer Maurício, que também tinha seus motivos para não acreditar na vontade dela, muito embora a vontade de Maurício fosse igual ou maior que a dela, mas disso ele não sabia.&lt;br /&gt;            Maurício sempre foi assim mesmo, meio desconfiado, descrente, rabugento, introspectivo feito cupim na madeira, mas é um amor de pessoa. Daniela também é um tanto estranha, pensa uma coisa e diz outra, quer uma coisa e faz outra, e ainda acha que a gente tem obrigação de adivinhar o que ela está querendo, mas sem dívida também é um doce de pessoa.&lt;br /&gt;            Vamos fazer de conta que eu já expliquei as razões que dificultaram a aproximação dos dois, senão isso deixaria de ser uma crônica e passaria a se chamar novela (até que não deixa de ser...). O fato é que ela pensava que ele não pensava nela, e ele pensava que ela pensava besteiras demais. Ele queria explicações, mas não perguntava. Ela queria que ele acreditasse nela, mas não tinha nada para explicar. Ele esperou semanas pela ligação dela. Ela esperou as mesmas semanas pela coragem de ligar. Enfim, de impulso, ligou. Ele, de susto, atendeu. Ele até esqueceu o que queria perguntar. Ela só lembrou que tinha pernas quando não conseguiu parar de tremer.&lt;br /&gt;            Marcaram um encontro, finalmente. Ela vai, mas sem saber como volta. Ele espera, mas não tem certeza se ela vai.&lt;br /&gt;            Um velho sábio chinês diria que dois corações apaixonados ficam bobos e não se entendem. Eu diria que um narrador feliz fica mais bobo ainda e não se faz entender. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Magda Moraes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-4331553539262670549?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/4331553539262670549/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=4331553539262670549&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/4331553539262670549'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/4331553539262670549'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/07/clichs-de-um-velho-sbio-chins.html' title='Clichês de um velho sábio chinês'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-4287922441168525534</id><published>2007-07-23T11:35:00.000-07:00</published><updated>2007-07-23T12:39:07.245-07:00</updated><title type='text'>Calendário particular</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Hoje é o dia do "eu queria", que é muito diferente do dia do "eu quero". &lt;em&gt;Eu quero &lt;/em&gt;é um termo tipicamente conhecido por crianças manhosas, o que não é o meu caso... mas bem que eu queria. &lt;em&gt;Eu queria&lt;/em&gt; é diferente. É &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;simplesmente&lt;/span&gt; uma sensação de querer: querer ser, querer ter, querer fazer, querer sentir, até querer não querer. E eu queria tanta coisa!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu queria poder confiar mais nas pessoas, ou saber precisamente em quem confiar, mas isso é tão complicado que o que eu queria mesmo era ser um pouco mais esperta.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu queria ter mais tempo para dedicar aos meus amigos, mas na verdade eu queria mesmo saber administrar o tempo que tenho com eles.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu queria ser mais paciente, mas esperar é tão cansativo que eu queria mesmo que as coisas acontecessem de uma vez.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu queria ter o dom de ouvir pensamentos para saber lidar com as pessoas, mas seria tão frustrante ouvir gente pensando mal de mim que eu queria não dar motivos para que elas pensassem assim.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu queria poder demonstrar todo o meu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;afeto&lt;/span&gt; por alguém distante, mas isso traria tantos problemas que eu queria mesmo não sentir essa saudade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu queria ter o privilégio de saber sobre tudo, mas assim não acharia graça nenhuma no desconhecido.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu queria nunca mais me decepcionar, mas é com as decepções que a gente aprende a viver mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu queria ganhar muito dinheiro, muito mesmo, mas enriquecer sem trabalhar também não tem a menor graça.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu queria não ter deixado de ser criança para ver graça em tudo, para ver o mundo muito mais colorido e divertido.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu queria um amor de verdade, alguém com quem eu pudesse ficar acordada até o amanhecer e ver o sol nascendo. Alguém que me convencesse a gostar de flores, que discutisse comigo os assuntos que eu conheço e que me ensinasse outros tantos que não domino. Queria alguém que me surpreendesse de vez em quando, me chamando dos apelidos mais horríveis do mundo de forma carinhosa. Alguém que me acordasse no meio da noite só pra me dizer que teve um pesadelo. Alguém que sentasse comigo no tapete da sala e falasse besteiras até a barriga doer. Alguém que entendesse minhas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;TPMs&lt;/span&gt;, que puxasse as minhas orelhas e que não tivesse medo de dizer as verdades que eu preciso ouvir. Queria alguém que eu pudesse admirar e que me admirasse por alguma razão também. Alguém que me desse o braço para dormir, que tapasse os meus ouvidos durante um temporal, que pedisse a minha ajuda quando estivesse perdido, que se abrisse comigo quando estivesse confuso e indeciso. Alguém que fosse amigo, confidente, pai, irmão e namorado ao mesmo tempo. Queria alguém que me dissesse que não é loucura querer tudo isso. A verdade é que eu queria não precisar querer.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas amanhã é outro dia. Talvez o dia do "eu posso".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Magda &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Moraes&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-4287922441168525534?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/4287922441168525534/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=4287922441168525534&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/4287922441168525534'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/4287922441168525534'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/07/calendrio-particular.html' title='Calendário particular'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-6877482662362741865</id><published>2007-07-20T17:07:00.000-07:00</published><updated>2007-07-20T17:30:51.365-07:00</updated><title type='text'>Sejamos mais atentos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Acidentes acontecem todos os dias, nas suas mais variadas proporções. Diariamente os jornais informam inúmeras mortes; são seres humanos que deixaram esta vida porque estavam no lugar errado no momento errado. Há também os que se matam e os que se deixam morrer. São homens e mulheres, crianças, jovens, adultos e idosos que eu não conheço, com os quais você também não tem &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;contato&lt;/span&gt;, que não fazem parte de nossas famílias ou de nossos círculos de amizades. Essas mortes diárias não nos chocam mais, não nos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;afetam&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Porém, uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;catástrofe&lt;/span&gt; como foi a do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;vôo&lt;/span&gt; 3054, no mínimo, sensibiliza a todos. É impossível um ser humano não se comover com a tragédia, com tantas mortes instantâneas, tantas histórias interrompidas (e uma que estava apenas começando!). Lamento pela fatalidade, pelas vidas que se foram e por aquelas que aqui ficaram, e ficarão &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;tentando&lt;/span&gt; conviver com a dor da saudade, a dor da perda. Não sei ao certo o que mais me toca, se é assistir às cenas da explosão do avião e subentender o óbvio, ou assistir ao sofrimento das famílias das vítimas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim como eu, muitos outros porto-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;alegrenses&lt;/span&gt; receberam a notícia do acidente com o coração na mão, na esperança de que nenhum amigo estivesse naquela lista infeliz. O egoísmo que me fez suspirar aliviada ao saber que os que morreram não eram meus entes queridos não é condenável, mas fez-me pensar sobre a dor alheia, e não pude evitar a consternação. Somos todos iguais, temos os mesmos sentimentos e os mesmos medos, estamos todos à mercê de uma fatalidade como aquela,  o sofrimento da perda será o mesmo para ricos e para pobres, para brancos e para negros, para mecânicos, médicos, pedreiros, professores, empresários, jornalistas, etc. Pertecemos todos à mesma nação, todos temos nossa parcela de culpa neste e noutros acidentes. Não basta apontar um culpado, um responsável, isso não tratá de volta à vida aquelas tantas vítimas. O que precisamos fazer é parar um pouco e pensar no outro, pensar em perdoar e pedir perdão, em demonstrar nossos sentimentos a quem amamos enquanto é tempo. A efemeridade e a fragilidade da vida assustam. Vivamos, pois, um pouco mais atentos ao &lt;em&gt;ser &lt;/em&gt;, não tanto ao &lt;em&gt;ter; sentir&lt;/em&gt;, ao invés de &lt;em&gt;mostrar; viver&lt;/em&gt;, ao invés de &lt;em&gt;fingir. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Magda Moraes.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-6877482662362741865?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/6877482662362741865/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=6877482662362741865&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/6877482662362741865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/6877482662362741865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/07/sejamos-mais-atentos.html' title='Sejamos mais atentos'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-6465295210082605625</id><published>2007-07-19T12:07:00.000-07:00</published><updated>2007-07-19T12:10:58.803-07:00</updated><title type='text'>Os pedaços</title><content type='html'>Eu me revolto, me bato nas paredes&lt;br /&gt;Me preocupo em não pensar então...&lt;br /&gt;Saio procurando um jeito de não me preocupar&lt;br /&gt;Me perco nas estradas, &lt;br /&gt;te enxergo em cada placa&lt;br /&gt;É contra mão, proibido estacionar...&lt;br /&gt;Pare, olhe, escute&lt;br /&gt;Atenção!&lt;br /&gt;Rua sem saída... entro.&lt;br /&gt;São quatro loucos desvairados,&lt;br /&gt;perdidos pelo mundo,separados...&lt;br /&gt;procurando se encontrar.&lt;br /&gt;Sai um, chega o outro...desencontro.&lt;br /&gt;Uma fica a consolar a outra... desespero.&lt;br /&gt;Na cabeça uma lembrança;&lt;br /&gt;No coração uma certeza:&lt;br /&gt;Somos quatro atalhos em retalhos ...a estrada não tem fim...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-6465295210082605625?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/6465295210082605625/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=6465295210082605625&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/6465295210082605625'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/6465295210082605625'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/07/eu-me-revolto-me-bato-nas-paredes-me.html' title='Os pedaços'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-8199376496339062884</id><published>2007-07-12T17:06:00.000-07:00</published><updated>2007-07-12T17:28:21.494-07:00</updated><title type='text'>Deixe sempre o amarelo ligado.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;No momento em que conseguirmos distingüir o que nos faz bem do que nos faz mal, estamos a um passo do amadurecimento emocional. Enquanto não percebemos essa larga diferença, vivemos em função de um único objetivo, aguardamos um tal de "momento certo" para sermos felizes, nos sentimos fortes, invulneráveis,determinados e destemidos, tudo em nome do amor. Nossas atitudes são espontâneas, regadas de esperanças e usamos o escudo da paixão para nos defendermos dos julgamentos da sociedade (e até de nós mesmos). Não nos importamos com distância, tempo, obstáculos; nada parece impossível. Só esquecemos que o tempo certo para sermos felizes é o tempo presente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tentamos manter sempre os pés no chão, reagimos de acordo com o que recebemos, mas nos permitimos sonhar, fazer planos, abrir mão de uma série de coisas, imaginando que o tão esperado momento do reencontro fosse mágico, colorido, perfumado e quente. Porém, enquanto estamos nessa fase, achamos bom até o que é ruim, pressionamos o botão do stop nas outras áreas da vida e não notamos que apenas o tempo não pára. Podemos estacionar tudo que nossa vontade permitir, menos o tempo, e enquanto ele vai passando, continuamos esperando, vamos envelhecendo, perdendo oportunidades incríveis e, sutilmente, uma mancha circular e vermelha vai surgindo na ponta do nosso nariz; só nós não enxergamos, pois nossos olhos, assim como os outro quatro sentidos, estão voltados apenas e tão somente para uma pessoa. Essa pessoa, o receptor de tão puro sentimento, ora o quer, ora não; ora encoraja-se, ora acovarda-se; age e acomoda-se; procura e desaparece, esconde-se atrás de espinhos. Claro que achamos isso engraçado, fascinante! Somos idiotas o suficiente para considerarmos essas atitudes estimulantes... Nessa circunstância, até os golfinhos são mais esperto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando é chegada a hora fatídica de tomar uma decisão, esperamos do outro o sinal verde para darmos voz ao coração e agirmos. Mas o outro dá sinal vermelho, ou simplesmente não dá sinal nenhum: o mundo desaba, o chão se abre e a vontade de sumir vem com toda a força. Nossos sonhos, planos e sentimentos são imediatamente carregados para o arquivo morto, e todo aquele amor vai transformando-se em ódio (dizem que amor e ódio são sentimentos correlatos). Quando esse novo ódio transformar-se em desprezo, indiferença, aí sim poderemos nos considerar maduros, pois apenas nesse instante conseguiremos diferenciar o que é bom do que é mau, poderemos deletar pessoas e situações prejudiciais e dar mais valor às que sempre estiveram do nosso lado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Você também já passou por isso? Ora, não se envergonhe, o amor nos torna otários mesmo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas na próxima vez, por favor, sejamos um pouco mais espertos!!!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Magda Moraes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-8199376496339062884?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/8199376496339062884/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=8199376496339062884&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/8199376496339062884'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/8199376496339062884'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/07/deixe-sempre-o-amarelo-ligado.html' title='Deixe sempre o amarelo ligado.'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-8036063610013184939</id><published>2007-06-21T16:47:00.000-07:00</published><updated>2007-06-21T12:47:49.689-07:00</updated><title type='text'>Sons da cidade</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Sentiu um calor confortável percorrer todo o seu corpo, abriu os olhos lentamente a procura do relógio que gritava. Já era tarde, estava absurdamente atrasada. Ao contrário do que faria em uma situação normal, puxou o lençol novamente, fechou os olhos e permitiu-se sonhar mais um pouco.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As pernas já davam sinais de cansaço, o rosto estava empalidecendo e as mãos tremiam. Há horas ela andava pelas mesmas ruas, virando na mesma esquina e procurando o carro branco. Em algum momento ele chegaria. As janelas do apartamento permaneciam fechadas, não havia roupas estendidas nos varais, nem flores na sacada, mas o carro branco estava para chegar, ela sentia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O telefone tocou.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Alô!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Sim...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Onde você está?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- O que você quer?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A voz sem nome balbuciou algumas palavras desarticuladas, seguidas de um suspiro choroso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Tudo bem, eu espero. Mas quando?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Ainda não sei.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Mas é verdade mesmo?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Sim, juro. Mas espera.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Certo. O que eu faço? Você precisa me dizer para onde devo ir.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Eu ligo de novo mais tarde.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Ok.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O telefone ficou mudo, a voz silenciou e seu desespero voltou. Ela sabia que teria de ir, mas não sabia para onde nem quando. Ele prometeu que iria buscá-la; ela esperava. Era o momento de decidir as coisas, precisava tentar a sorte de novo, deixar seu coração decidir. Desta vez estava disposta a largar tudo e retomar sua história de onde parou.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sentiu um aperto no peito, um sobressalto, uma sensação de que estava sendo observada. Olhou em volta. Nada, apenas o movimento corriqueiro daquelas ruas da cidade. Passou mais uma vez em frente ao prédio, parou e olhou. Sentiu duas lágrimas escorrerem por debaixo de seus óculos escuros, uma de lembrança, outra de saudade. Readquiriu as forças, reanimou-se e seguiu. Parada na calçada, enquanto aguardava que o sinal abrisse para que pudesse atravessar a rua, perdida em pensamentos, ouviu o telefone tocar de novo. O coração disparou, o sangue corria nervoso por suas veias. Nem olhou o número que chamava.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Então? Mudou de idéia?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Oi...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Respondeu sem graça:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Oi. Quem é?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Não é ele. Atravesse a rua, caminhe duas quadras e vire à esquerda. Estou te esperando.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela não conseguia identificar aquela voz, olhou o número novamente e lembrou de já tê-lo visto antes. Foi.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De pé, escorado num carro escuro que ela não conhecia, aparentando tranqüilidade, estava aquele que a tinha feito feliz um dia, que tinha dado um novo sentido a sua vida, mas que desaparecera sem dar explicações. Quando ela o viu, não acreditava, não entendia o que ele estava fazendo ali, nem como ele conseguira encontrá-la.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Café?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Acho que sim, mas tenho pressa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Vamos, você tem bastante tempo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela pensava no outro e no futuro, ele pensava nela e no tempo que ficaram afastados. Nenhum dos dois ousou dizer palavra, apenas se olhavam, mudos; ela escondida atrás de seus óculos negros, ele transparecendo no olhar o que sentia. Duas taças de café e nenhuma palavra. Buzinas, pessoas ao redor, crianças gritando, mães passeando com seus carrinhos de bebê, os sons da cidade e eles ainda mudos. Ela tinha perguntas a fazer, ele tinha respostas a dar, mas ninguém falava. Rapidamente ela entendeu aquele silêncio: ele nada dizia, mas estava ali, esteve o tempo todo, apenas ela não viu, tão preocupada estava com seu futuro ao lado do outro, daquela voz sem nome. Tocaram-se as mãos; as dele geladas, trêmulas as dela. Aproximaram-se os lábios e o tempo voltou, parou.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O relógio despertou mais uma vez: dez horas da manhã. Era preciso levantar, tinha que arrumar a casa, pois seus pais chegariam no início da tarde e ela precisava buscá-los no aeroporto. O interfone tocou: era ele, a voz sem nome, que chegava do trabalho e havia esquecido as chaves de casa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Seguiu a rotina diária, cumpriu seus afazeres ansiosa que chegasse logo a noite para que pudesse dormir e mudar seu destino de novo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Magda Moraes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-8036063610013184939?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/8036063610013184939/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=8036063610013184939&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/8036063610013184939'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/8036063610013184939'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/06/sons-da-cidade.html' title='Sons da cidade'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-8217653736237732174</id><published>2007-06-15T19:17:00.000-07:00</published><updated>2007-06-15T19:32:42.827-07:00</updated><title type='text'>A explicação</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Uma das coisas que mais gosto de fazer é escrever (não deu pra notar?). E é uma vontade doida que bate a qualquer momento do dia, às vezes em horas impróprias, o que faz de mim um ser anti-social. E quando essa vontade bate, largo tudo e escrevo, escrevo sem parar, sem corrigir, sem ler o que estou escrevendo, não dá tempo nem de pensar, as idéias vão se encadeando, se juntando como se tivessem vida, e vão saindo pelas minhas mãos, se atropelando até virarem um texto. Às vezes transformam-se em textinhos tolos, sem sentido: são as idéias instantâneas. Outras vezes sai cada textão que até eu me admiro: são as idéias críticas. Também acontece de nascerem textos médios, criados por entre lágrimas e soluços: estes não são feitos de idéias, mas são os melhores sob a ótica de alguns leitores.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas a vontade, aquela vontade que alguns chamam de inspiração e que aparece do nada, sem sentido algum, quando não pode ser concretizada, transforma-se em dor de cabeça. É verdade! Duas coisas me deixam de mau humor: ficar com fome e não poder comer e segurar a vontade de escrever. As idéias parece que vão se mexendo na minha cabeça, se multiplicando, se aglomerando tanto que acabam se batendo umas nas outras, e eu me batendo nas paredes a procura de uma caneta... Acredite, eu sofro com isso! Quando aparece um assunto acompanhado de argumentos, de palavras bonitas que seja, junto da vontade mas eu não posso escrever, então vou à loucura! Também acontece de eu não ter nada para fazer, de não surgir nenhum assunto mas de bater uma vontadezinha que, se eu não resolvo logo, vira uma vontadezona, que vira dor de cabeça, que vira insônia... Quando acontece isso, escrevo o que você lê agora, que nada tem de interessante, que nada traz de novidade, mas que permite a você saber um pouco mais sobre mim.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bom, acho que por hora basta.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Até a próxima vontade!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Magda Moraes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-8217653736237732174?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/8217653736237732174/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=8217653736237732174&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/8217653736237732174'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/8217653736237732174'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/06/explicao.html' title='A explicação'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-1797936234342184583</id><published>2007-06-13T06:59:00.000-07:00</published><updated>2007-06-14T19:15:48.884-07:00</updated><title type='text'>Uma oração pelo mundo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;"Senhor, fazei de mim um instrumento de vossa paz".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não sou religiosa, muito menos praticante, o que talvez seja uma falta grave com Deus. Porém, faço minhas orações diariamente, creio em Deus acima de todas as coisas, confio Nele acima de tudo. Todos os dias peço ao Criador forças para alcançar meus objetivos pessoais, paciência para lidar com as adversidades, sabedoria para evitar injustiças, bondade para ajudar no que eu puder, firmeza nas minhas decisões, serenidade para tratar com minha família e meus amigos, coragem para enfrentar meus inimigos, perspicácia para não cair em ciladas. Todos os dias peço perdão pelos meus erros, que são inúmeros, e suplico pela força da minha intuição. Acredito muito na força de vontade e no poder da fé. Creio que Deus nos abre muitas portas e que podemos auxiliar a abrir as portas para nossos semelhantes: isso se chama &lt;em&gt;caridade. &lt;/em&gt;Caridade é doação, doação de tempo, de sentimento, de alimentos, de roupas, de afeto, de atenção, de interesse por quem realmente precisa de ajuda. Nada me custa doar-me um pouco; pelo contrário, sinto-me muito bem podendo ajudar, estendendo a minha mão, usando o dom da palavra para reverter situações e amenizar dores alheias. Mas confesso: quase perdi minha fé ao reconhecer tão próximo de mim gente que, infelizmente, esqueceu o que é ser gente. Vi gente materialista e insensível, incapaz de respeitar os limites entre o certo e o errado; gente que mira, atira e captura com a mesma mão que afaga, que condena com a mesma boca que sorri, que cospe no chão que lustrou. Vi gente que não valoriza as virtudes humanas, que não consegue distinguir entre uma necessidade e um abuso, que não diferencia bondade de tolice. Vi gente que não entende nada de nada, que confunde pouco com tudo, que crê no que imagina, que fantasia ser quem não é. Vi gente armada com flechas de palavras doces e cativantes que escondem um poderoso veneno capaz de aniquilar o mais puro dos sentimentos. Vi gente que faz tudo isso, talvez sem saber o que está fazendo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nunca vivi num mundo cor-de-rosa ou de faz-de-conta, sempre tive noção da crueldade do mundo e da corrupção dos homens, mas ainda acreditava no poder do coração. No entanto, mesmo abalada emocionalmente, agradeço a Deus por ter colocado no meu caminho toda essa gente, e por ter me dado condições suficientes para não me corromper. Agradeço, pois pude fazer a minha parte, o início da parte que me cabe fazer. Humildemente peço perdão a Deus se, porventura, estiver sendo eu a injusta, ingrata e desumana e essa gente os puros de coração. Peço a Deus também que semeie naqueles corações o amor, o afeto, a fraternidade, o respeito, a amizade, a gratidão, a sabedoria, a honestidade, a paciência. Que Deus plante vida naquelas mentes, que lhes dê saúde e vitalidade para que sempre possam trabalhar, que nunca lhes falte um ombro amigo e um palavra de consolo, e que eles aprendam a orar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Senhor, perdoai toda essa gente!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Magda Moraes. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-1797936234342184583?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/1797936234342184583/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=1797936234342184583&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/1797936234342184583'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/1797936234342184583'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/06/amm.html' title='Uma oração pelo mundo'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-3258819653085023040</id><published>2007-06-12T12:30:00.000-07:00</published><updated>2007-06-12T13:36:38.196-07:00</updated><title type='text'>O temporário e o permanente</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Trabalhos, planos, objetivos de vida, amizades, relacionamentos, modo de pensar. Temporários ou permanentes? Ao fazer uma profunda reflexão sobre o que é realmente permamente em minha vida, descobri muitos elementos temporários, que antes eu via como eternos. Carreira, por exemplo, deveria ser permanente, mas todos temos o direito de mudar de idéia e de nos arrependermos também. Podemos cursar uma faculdade durante quatro, cinco, oito anos, seguirmos para uma pós-graduação, ousar até mesmo um doutorado e, anos depois, sentirmos que não era bem isso que queríamos para a nossa vida. Tempo perdido? Não. Experiência, eu diria. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Amizades são ciclos, vão e vêm; amigos verdadeiros surgem nos momentos mais inesperados, transformam nossa rotina e nossa maneira de ver o mundo e depois se vão, seguem seu caminho e, não importa o quanto significam para nós, eles simplesmente precisam ir embora e nós sempre vamos ficar. Mas isso não quer dizer que esse amigo que fez a diferença tenha sido temporário. Não. Ele segue fazendo parte das nossas vidas, é nele que pensamos quando passamos pelos locais onde convivíamos, é dele que lembramos no Natal em família; podemos até esquecer o dia do seu aniversário, mas sempre lembraremos de uma festa que fizemos junto de nosso amigo. Lembraremos, principalmente, das vezes em que brigamos com ele por birra ou incompatibilidade de opiniões. Isso também não quer dizer que ele deixou de ser amigo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No entanto, amigos que se restringem ao tipo "parceiros de festa", "colegas de trabalho", "conhecidos", estes sim, infelizmente, não fizeram ou não farão a diferença, apesar de gostarmos bastante de sua companhia, e serão apenas amigos temporários, cumprirão sua missão ao nosso lado enquanto o tempo lhes permitir e logo irão embora, não saberemos mais deles, não nos interessaremos mesmo, nem eles por nós, pois a vida é feita de ciclos onde entra e sai gente. As pessoas são diferentes, ora! Podem ter ou não afinidades. Isso é normal.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Relacionamentos (ô assunto delicado esse) seguem o mesmo padrão. Conhecemos alguém, nos interessamos em conhecer mais profundamente suas qualidades e seus defeitos e temos todo o direito de gostar ou não. Eu, particularmente, sempre preferi conhecer primeiro os defeitos das pessoas com as quais me relaciono e ver se serei capaz de gostar deles ou, na pior da hipóteses, de me adaptar a eles. Só depois é que procuro valorizar suas qualidades, exaltar seu caráter e partilhar momentos bons e ruins. Talvez eu esteja pensando e agindo errado, mas esta sou eu. Acostume-se.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Passamos por diversos tipos de relacionamentos, sentimos coisas diferentes, nos deparamos com personalidades diferentes. Reagimos com cada um de forma diferente. Aprendemos com todos e ensinamos também. Há os relacionamentos "relâmpagos" que, do nada, surgem arrasando quarteirões, nos cegam e depois, da mesma forma que surgiram, desaparecem, evapora-se no ar toda aquela paixão, todo aquele encantamento. Vem outro e outro e outro, depois mais outro. Todos modificam alguma coisa, mas a maioria vai embora sem deixar marcas. Alguns chegam como quem não quer nada, ficam um pouco, outro pouco, vão ficando, ficando, ficando e ficam, e nós os deixamos ficar porque somos acomodados, sabemos que em nada estamos crescendo, nada está trazendo de novidade, mas deixamos ficar. Somos covardes. Temos medo de ficar sozinhos. Até que criamos coragem (ou cansamos) e decidimos curtir a nós mesmos um pouquinho. Depois de um tempo, abrimos espaço para que outro se aproxime. Esse outro talvez não tenha nada de interessante, nada faça de extraordinário, mas com o passar do tempo sentimos que com ele crescemos muito, descobrimos o real sentido da palavra "companheiro", aquele que está por perto mesmo estando longe, que entende nosso silêncio, que não abafa nosso choro, que conversa conosco através do olhar, que entende quando um simples sorriso pede socorro, e sabemos que, mesmo que um dia este relacionamento acabe, essa pessoa, esse que antes era apenas mais um outro, jamais deixará de importar para nós, nunca mais sairá de nossa vida, ganhará vários rótulos, será chamado de vários nomes, mas sempre nos importaremos com ele, pois este é o permanente, este sim fez a diferença.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O problema está em descobrir o que é permanente e o que é temporário. Sabe quando descobrimos isso? Só depois que tudo acontece, só depois que vivemos as mais diversas sensações e emoções, só depois de experimentarmos tudo o que é possível é que poderemos dar as devidas definições. De novo a efemeridade da vida atrapalha, o tempo voa e não o aproveitamos direito. Estamos sempre muito preocupados em saber se um relacionamento será para sempre e esquecemos de viver o presente, esquecemos de valorizar coisas tão simples como conversar deitado na grama do parque sob o sol do outono, de dividir o sofá para ver televisão, de inventar a dois uma receita para o jantar de domingo, de ir junto comprar pão na padaria, de alcançar a toalha depois do banho, de sujar o outro com sorvete. Coisas tão pequenas e tão grandes! Quando aprendermos a viver o presente, não apenas sobreviver a ele, estaremos prontos para transformar nosso temporário em permanente. Antes disso, seremos nós também provisórios para os outros.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Magda Moraes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-3258819653085023040?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/3258819653085023040/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=3258819653085023040&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/3258819653085023040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/3258819653085023040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/06/o-temporrio-e-o-permanente.html' title='O temporário e o permanente'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-2120989735231151368</id><published>2007-06-10T15:48:00.000-07:00</published><updated>2007-06-10T21:08:25.944-07:00</updated><title type='text'>Namoro em extinção</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Se você é deste século, já aprendeu que há duas tribos que definem o que é um relacionamento moderno. Uma das tribos é dos ficantes (...). O ficante é um cara que te namora por duas horas numa festa, isso se ele não tiver se inscrito no campeonato "quem pega mais numa noite", quando então ele será seu ficante por bem menos tempo - dois minutos- e irá à procura de outra para bater o próprio recorde.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É natural que garotos e garotas queiram conhecer pessoas, ter uma história, um romance, uma ficada, duas ficadas, três ficadas, quatro ficadas... esquece, não acho natural coisa nenhuma. Considero um desperdício de energia. Pegar sete caras. Pegar nove "mina". A gente está falando do quê, de catadores de lixo?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pegar, pega-se uma caneta, um táxi, uma gripe. Não pessoas. Pegue-e-leve, pegue-e-largue, pegue-e-use, pegue-e-chute, pegue-e-conte, pegue-e-conte-para-os-amigos. Pegar, cá entre nós, é um verbo meio cafajeste.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em vez de "pegar", poderíamos adotar algum outro verbo menos frio. Porque, quando duas bocas se unem, nada é assim tão frio, na maioria das vezes este "não estou nem aí" é jogo de cena. Vão todos para a balada fingindo que deixaram o coração em casa, mas deixaram nada. Deixaram a personalidade em casa, isso sim.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No entanto, quem pode contra o avanço (???) dos costumes e contra a vulgarização do vocabulário? Falando em vocabulário, a segunda tribo a que me referia é a constituída pelos namoridos, a palavra mais medonha que já inventaram. Trata-se de um homem híbrido, transgênico. Em tese, ele vale mais que um namorado e menos que um marido. Assim que a relação começa, juntam-se os trapos e parte-se para um casamento informal, sem papel passado, sem compromisso de estabilidade, sem planos de uma velhice compartilhada - namoridos não foram escolhidos para virem a ser parceiros de artrite, reumatismo e pressão alta, era só o que faltava. Pois então. A idéia é boa e bastante prática. Só que o índice de príncipes e princesas virando sapos é alta, não evita-se o tédio conjugal (comum a qualquer tipo de acasalamento sob o mesmo teto) e pula-se uma etapa quentíssima, a mlehor que há.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Trata-se do namoro, alguns já ouviram falar. É quando cada um mora na sua própria casa e portanto possuem duas rotinas distintas e poucos horários para se encontrar, este pouco ganha a importância de uma celebração. Namoro é quando não se tem certeza de nada, a cada dia um segredo é revelado, brotam informações novas de onde menos se espera. De manhã, um silêncio inquietante. À tarde, um mal-entendido. À noite, um torpedo reconciliador e uma declaração de amor. Namoro é teste, é amostra, é ensaio, e por isso a dedicação é intensa, a sedução é ininterrupta, os minutos são contados, os meses comemorados, a vontade de surpreender não cessa - e é a única relação que dá o devido espaço para a saudade, que é fermento e afrodisíaco. Depois de passar os dias se vendo só de vez em quando, viajar para passar o final de semana juntos vira o céu na terra: nunca uma sexta-feiranasce tão aguardada, nunca uma segunda-feira é enfrentada com tanta leveza.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Namoro é como o disco Sgt. Pepper's, dos Beatles: parece antigo e no entanto não há nada mais novo e revolucionário. O poeta Carlos Drummond de Andrade também é de outro tempo e é para sempre, e é ele que encerra esta crônica dando-nos uma ordem para a vida: "Cumpra-se sua obrigação de namorar, sob pena de viver apenas na aparência. De ser o seu cadáver itinerante".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Martha Medeiros. Caderno Donna de Zero Hora em 10 de junho de 2007.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-2120989735231151368?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/2120989735231151368/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=2120989735231151368&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/2120989735231151368'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/2120989735231151368'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/06/namoro-em-extino.html' title='Namoro em extinção'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-1591877101167355606</id><published>2007-06-08T12:55:00.000-07:00</published><updated>2007-06-25T12:51:13.493-07:00</updated><title type='text'>Igual a ti</title><content type='html'>Yo sé que tu y yo eramos buenos amigos&lt;br /&gt;Que ya conocias mis miedos escondidos&lt;br /&gt;Yo guardaba secretos prohibidos&lt;br /&gt;Estábamos ligados, comprometidos&lt;br /&gt;Algunas veces menti para protegerte&lt;br /&gt;Y yo te hice huir&lt;br /&gt;Lo mejor era hacerte correr&lt;br /&gt;Yo te hacias sonreír&lt;br /&gt;En la hora exacta de llorar&lt;br /&gt;Yo te enseñe a pedir&lt;br /&gt;Cuándo insistias en mandar&lt;br /&gt;Y ahora que tienes nuevos amigos&lt;br /&gt;Eso és normal un día y vá suceder&lt;br /&gt;Sólo no me hagas odiarte&lt;br /&gt;Y olvidar todo lo que pasó&lt;br /&gt;No esperes que yo sea igual a ti&lt;br /&gt;Algunas veces menti&lt;br /&gt;Para hacerte correr&lt;br /&gt;Y yo te hice huir&lt;br /&gt;Para protegerte&lt;br /&gt;Yo te hacias sonreír&lt;br /&gt;Cuándo insistias en mandar&lt;br /&gt;Y te enseñe a pedir&lt;br /&gt;En la hora exacta de llorar&lt;br /&gt;_____________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;Nenhum de Nós e Ivone&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-1591877101167355606?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/1591877101167355606/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=1591877101167355606&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/1591877101167355606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/1591877101167355606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/06/igual-ti.html' title='Igual a ti'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-1979975391489437456</id><published>2007-06-05T11:53:00.000-07:00</published><updated>2007-06-05T12:12:16.146-07:00</updated><title type='text'>Perfeccionismo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A perfeição é o elemento mais buscado por toda a humanidade desde os primórdios de sua existência. Seja em que aspecto for, nada pode ser pior do que a mediocridade. Entende-se mediocridade por coisas medianas, como “meio alto”, “meio baixo”, “meio gordo”, “meio tímida”, e por aí vai. Procure nos seus alfarrábios os seus boletins da escola. Como eram as suas notas? Sempre perto de dez? Ou mais próximas do temido zero? Não venha me dizer que você sempre passava na média! Seu medíocre!&lt;br /&gt;Buscando a tão sonhada perfeição, e não só no intelecto, Alexandre freqüentava a academia diariamente. Não se contentava em ser um rapaz comum, tinha que ser um Apolo, desejado e cobiçado por todos. Eu quis dizer todas.&lt;br /&gt;Alimentação balanceada, massagens, prática de esportes semanalmente, sessões de musculação três vezes ao dia. O personal treinner sofre nas mãos dele, é solicitado a todo o momento. Quatro blocos de exercícios com trinta repetições. Braço, antebraço, bíceps, tríceps, abdome, pernas, panturrilha, glúteos. Sim, homem também exercita os glúteos. Estamos lidando com a perfeição, lembra?&lt;br /&gt;O aparelho estava em ótimo estado. A posição do atleta também, para quem via do ângulo direito. Quase 90º entre o calcanhar e o dorso. Perfeito! Lindo mesmo foi o comentário do colega ao lado:&lt;br /&gt;- Jesus!&lt;br /&gt;Foi mais um suspiro do que um comentário, mas não vamos entrar no mérito da orientação sexual do menino.&lt;br /&gt;Alexandre suava, sentia que seus músculos pediam socorro, mas não desistia. Treinava cada vez com mais afinco, determinado a fazer de suas nádegas as mais firmes e delineadas da cidade, quiçá do país. Puro esforço.&lt;br /&gt;A cada dia, uma nova conquista. Mais peso, mais massa muscular, mais mulheres na volta. O corpo já estava quase uma escultura, longe da média. Valia à pena até ouvir as piadinhas das moçoilas. Pelo menos até ali.&lt;br /&gt;O verão estava chegando e, com ele, as férias. Ele ainda tinha vinte dias para alcançar o objetivo de se transformar em um deus grego. Mais um pouquinho de esforço e seria o homem mais feliz do universo.&lt;br /&gt;Dezembro, querido dezembro! Camboriú convida os visitantes a usufruírem do sol, do mar fresco, das areias brancas e das beldades no calçadão. Lá estava ele, lá era o seu lugar! Muita gente bonita circulando, clima de festa, som alto, bebida, ego satisfeito. Tinha tudo para dar certo! Mas é justamente nesses momentos de pura felicidade e descontração que ocorrem as piores vaciladas. O coleguinha da academia também estava lá. Coitado, estava roxo de saudades de seu “muso”. Havia duas semanas que não o encontrava, o coração já estava doendo. Que momento tão feliz quando o viu saindo do mar! Perdeu o ar, tremeram suas pernas, o sangue disparou por suas veias. Alexandre estava mais lindo do que nunca! Bronzeado, forte, grande e molhado!&lt;br /&gt;Apavorado, Alexandre correu em busca de uma toalha, secou-se, vestiu-se e saiu em direção ao carro. Definitivamente não merecia aquilo. Tanto esforço, tanto esmero, para uma... sei lá o quê fazê-lo passar vergonha! Isso não podia estar acontecendo. Voltou para o hotel.&lt;br /&gt;Elevador é coisa que assusta as pessoas, principalmente quando a porta se fecha e não quer abrir nunca mais. Pior do que isso é quando a companhia, nessa situação apavorante, não é de nosso gosto. O gatinho da academia estava lá, lógico! Alexandre suava frio de nervoso. Parado num canto daquela caixa maldita, ele nem respirava, temendo que o outro se aproximasse. Seu instinto prometia atitudes violentas. Mas o fofíssimo puxou um assunto muito másculo, para surpresa de Alexandre: a semifinal do Campeonato Mundial Interclubes, pelo qual o Internacional estava concorrendo. O jogo seria no dia seguinte. Alexandre seguiu a conversa, dessa vez, menos tenso. Amava seu clube, e nada era mais gratificante para ele do que a vitória de seu time do coração.&lt;br /&gt;Nada do elevador desemperrar. O jeito era rever os conceitos e firmar amizade com o Óvni ao lado. Estava tudo indo muito bem antes que o infeliz apaixonado dissesse a maior besteira de sua vida. Chamar homem de sexy é chamá-lo de mulher, convenhamos! E comentar que sua bunda está maravilhosa é insultar sua masculinidade! Isso que dá esperar demais de si mesmo!&lt;br /&gt;Desculpem, homens, mas prefiro os imperfeitos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Magda Moraes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-1979975391489437456?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/1979975391489437456/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=1979975391489437456&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/1979975391489437456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/1979975391489437456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/06/perfeccionismo.html' title='Perfeccionismo'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-5460079981758584746</id><published>2007-06-02T11:29:00.000-07:00</published><updated>2007-06-02T11:34:07.097-07:00</updated><title type='text'>Quem sou eu</title><content type='html'>Eu sou...&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;A aparência que engana;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;o sentimento que espera;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;o norte que busca o sul;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;a atitude impensada;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;o arrependimento tardio;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;a palavra que escapa;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;o vazio desnecessário;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;o vento no frio;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;o sopro quente do verão;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;a maré oscilante;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;a pétala flutuante;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;o navio que se vai;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;o porto que aguarda;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;a pedra sem âncora;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;o silêncio musical;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;a eternidade de um instante;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;a efemeridade do ontem;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;o esquecimento do amanhã;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;a água que fere;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;o ar que corta.&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;... o suspiro que define um pouco das vezes que sou...&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;comum.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-5460079981758584746?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/5460079981758584746/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=5460079981758584746&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/5460079981758584746'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/5460079981758584746'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/06/quem-sou-eu.html' title='Quem sou eu'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-6754292883738366980</id><published>2007-05-27T06:06:00.000-07:00</published><updated>2007-05-27T08:58:19.054-07:00</updated><title type='text'>Medo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O medo é elemento presente em todos os seres humanos. Todos temos nossos medos, algum compreensíveis, outros nem tanto. Fica fácil descobrir o que uma pessoa teme, basta ver do que ela foge. Difícil mesmo é superar os temores.&lt;br /&gt;Das coisas muito fáceis também nos afastamos, fugimos, pela simples razão de que não vemos graça. Buscamos constantemente novos desafios, a fim de superarmos não apenas as dificuldades, mas a nós mesmos. Sejam eles, os medos, os mais absurdos, então:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Medo de altura?&lt;/em&gt; Experimente visitar Cambará do Sul: a visão que se tem de lá de cima do cannion Fortaleza é surpreendente.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Medo de cobras?&lt;/em&gt; Tente ficar parado, respirando devagar e apenas observe o bicho. Se sentir nojo, vomite.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Medo do mar?&lt;/em&gt; Experimente dar um mergulho e sinta a sensação de liberdade que a natureza proporciona.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Medo da solidão?&lt;/em&gt; Procure fazer novos amigos, ora!&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Medo de ambientes fechados?&lt;/em&gt; Tente sair na rua em dia de tempestade...&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Medo de dirigir?&lt;/em&gt; Ora, vai passar a vida toda pedindo carona?&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Medo de ventania?&lt;/em&gt; Abrigue-se em algum seguro e olhe pela janela: assista de camarote ao balé das árvores.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Medo de andar de bicicleta?&lt;/em&gt; Vale a pena tentar e sentir o vento no rosto. O máximo que pode acontecer é você cair e esfolar os joelhos, mas foi exatamente por isso que inventaram o Mercúrio Cromo.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Medo de errar?&lt;/em&gt; Ninguém acerta sempre, nem você... acostume-se. Não seja medíocre, porém!&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Medo de insetos?&lt;/em&gt; Ora, você é bem maior do que eles ( caso não resolva, use Rodox).&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Medo de gente?&lt;/em&gt; Você é o quê, afinal de contas?&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Medo de se decepcionar?&lt;/em&gt; Bom, este eu também ainda não pude curar, mas não perdi as esperanças.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Medo dos seus próprios sentimentos?&lt;/em&gt; Ei, atreva-se, permita-se... é a única solução.&lt;br /&gt;Os medos são apenas falta de tentativa. É preciso tentar e ver como se reage em todas as situações possíveis e imagináveis.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Suba, pule, grite, dance, caia, levante, pule de novo, jogue longe, busque, sinta, chore, ria, corra, escorregue, molhe-se, corra, ligue, ouça, fale, saia, volte, marque, desmarque, ouse, atreva-se, observe, analise, pense o que quiser, escreva, olhe, coma, deite-se, leia, amarre, desprenda, solte, desista, pegue, questione, descubra, conte, relate, desligue, desenhe, receba, dê, brinque, role, levante-se, pilote, experimente, troque, ofereça, peça, fotografe, arrependa-se, mude de idéia, apaixone-se, ame, anoje-se, espreguice-se, boceje, cante, salte, mergulhe, voe, respire, aventure-se, encoraje-se...e não tenha medo do que você ainda não tentou !&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Magda Moraes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-6754292883738366980?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/6754292883738366980/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=6754292883738366980&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/6754292883738366980'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/6754292883738366980'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/05/o-medo-elemento-presente-em-todos-os.html' title='Medo'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-9149711291835853861</id><published>2007-05-19T18:17:00.000-07:00</published><updated>2007-05-19T19:53:30.512-07:00</updated><title type='text'>Arghhhhh</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Quero morder uma pedra!!!!&lt;br /&gt;Arghhhhhh... Para começar, acordei com o delicioso som do apito do meu irmão...tem maneira melhor de acordar!? Depois, tarefas isáuricas diárias, das quais já estou cheia, irritada, cansada, estafada, mas é preciso executá-las, então... fiz. Joelho doendo, tendinite nas duas mãos, dor de garganta... O que mais? O que mais? Vamos, o que é que falta acontecer?&lt;br /&gt;-Magda, faz isso. - Magda, faz aquilo. - Magda, lava o carro. -Magda, faz o almoço. - Magda, lava o louça. - Magda, vai na padaria. - Magda, dá banho no guri. - Magda, faz o chimarrão. -Magda, liga pro fulano. - Magda, varre a cozinha. - Magda, lava o tapete. -Magda, olha o guri. - Magda, Magda, Magda, Magda, Magda, Magda, Magda, Magda, Magda... tututututututututututut.... Deu pane... pirou... pifou... Ai, que dor de cabeça!&lt;br /&gt;22h26 de um sábado que parecia não ter fim quando comecei a escrever este texto ridículo, sem pé nem cabeça, mas que vai servir para a aliviar a pressão.&lt;br /&gt;Oh, amigo blog, como é bom ter você aqui neste momento! Como é reconfortante saber que você me entende e poder contar com você nestes momentos cruciais que acontecem uma vez por mês...claro, não vou encher a cabeça de ninguém com minhas aloprações...sobrou você, amigo blog! Dane-se! O azar é todo seu! Hahahahahahaha!&lt;br /&gt;Ops... Telefone... Aguarde um momento, por favor.&lt;br /&gt;Mensagem de texto.&lt;br /&gt;:)&lt;br /&gt;Pronto, nem preciso mais escrever esse monte de palhaçadas das quais apenas dou risadas dias depois de ter postado, e acabo achando horrível tudo que escrevi e, por fim, deleto tudo !&lt;br /&gt;É... ufa... o surtinho passou.&lt;br /&gt;Agora, se me dão licença, vou tomar meu banho, colocar aquele pijaminha hipersexy cor-de-rosa com borboletinhas, pegar um livro e me deitar, porque amanhã é outro dia (graças a Deus!).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-9149711291835853861?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/9149711291835853861/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=9149711291835853861&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/9149711291835853861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/9149711291835853861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/05/arghhhhh.html' title='Arghhhhh'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-469361454562136741</id><published>2007-05-19T12:31:00.000-07:00</published><updated>2007-05-19T12:34:24.703-07:00</updated><title type='text'>Um dia você aprende que...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;"Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.&lt;br /&gt;Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. Descobre que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás, portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores...E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!&lt;br /&gt;Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Willian Shakespeare&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-469361454562136741?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/469361454562136741/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=469361454562136741&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/469361454562136741'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/469361454562136741'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/05/um-dia-voc-aprende-que.html' title='Um dia você aprende que...'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-2835584092340322142</id><published>2007-05-18T19:17:00.000-07:00</published><updated>2007-05-18T19:40:06.683-07:00</updated><title type='text'>Heim?</title><content type='html'>Abra as janelas, olhe para a rua. Viu que o céu está lilás? Não!?&lt;br /&gt;E esse cheiro... Sente esse cheiro? Como não!? Será possível que só eu vejo as cores e sinto o cheiro?&lt;br /&gt;Que horas são? Que dia é hoje?&lt;br /&gt;Calma... me dá um calendário. Putz...maio de 2007.&lt;br /&gt;Acho que acordei agora... Quanto tempo eu dormi?&lt;br /&gt;O que é isso sob os meus pés? Ah, sim, o chão...Finalmente terra firme!&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;Ok...ok... Chega de brincadeira. Já podem desligar a projeção.&lt;br /&gt;Hã? Como assim? Então é de verdade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Xiii...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-2835584092340322142?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/2835584092340322142/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=2835584092340322142&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/2835584092340322142'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/2835584092340322142'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/05/heim.html' title='Heim?'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-5798666967264299481</id><published>2007-05-15T16:09:00.000-07:00</published><updated>2007-05-15T16:36:13.665-07:00</updated><title type='text'>Você acredita?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;"Mentira é uma verdade que deixou de acontecer".&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não sei de quem é essa frase, também não sei se acredito nela. Aliás, ultimamente não tenho acreditado em nada, nem em ninguém...nem em mim mesma. Fico me perguntando por que as pessoas mentem, e não consigo chegar a uma conclusão. Nem sempre digo a verdade, também minto e omito. Há certas verdades que não podem ser omitidas, mas é preciso esperar o momento certo para contá-las. Há verdades que machucam, que interrompem nosso vôo quando estamos "fora da casinha". Essas são as verdades boas, necessárias, saudáveis.&lt;br /&gt;Mentira é sinônimo de desculpa esfarrapada? Ah, deve ser! Puxa, agora lembrei de quantas desculpas dessas já dei na minha vida! Matei aula na faculdade em dia de prova e "matei" a avó, a tia, o primo... Esqueci de uma reunião e "tive uma febre altíssima". Mudei de idéia quanto a um encontro e "quase morri de enxaqueca". Além daquela velha frase: &lt;em&gt;Ah, nem era eu! &lt;/em&gt;E o pior é que tem gente que acredita!&lt;br /&gt;Devo ser mesmo uma mentirosa, porque não acredito em desculpas esfarrapadas, ou melhor, logo me dou conta de sua existência. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cuidado, estimado leitor, posso estar mentindo para você neste exato momento!&lt;br /&gt;Infelizmente, hoje em dia, não podemos mesmo acreditar nas pessoas, confiar em desconhecidos. Tudo é risco, perigo à vista. O alerta liga e pisca...pisca...pisca, para avisar o coração que esteja atento para qualquer eventualidade.&lt;br /&gt;É possível ser feliz assim? Acho que não. Entretanto, fazer de conta que acredito em falácias e deixar o problema para depois poderia ser uma alternativa. Seria hipocrisia.&lt;br /&gt;Ah, o melhor mesmo é avaliar a situação e desculpar o infeliz mentiroso. Isto é, se ele desejar ser perdoado, é óbvio. Afinal, quem nunca contou uma mentirinha uma vez na vida, não é?&lt;br /&gt;"O mundo é dos espertos". Será? Prefiro acreditar em Alexandre Magno: "O mundo é dos audaciosos".&lt;br /&gt;Veja só, eu acredito em alguém! Nem tudo está perdido!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Magda Moraes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-5798666967264299481?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/5798666967264299481/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=5798666967264299481&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/5798666967264299481'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/5798666967264299481'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/05/voc-acredita.html' title='Você acredita?'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-8383008156384661498</id><published>2007-05-04T19:39:00.000-07:00</published><updated>2007-05-04T20:24:17.671-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;Antes tudo era cinza, medo, nada&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Meus olhos abertos na madrugada&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;A vigiar os passos alheios&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Vindos do escuro, um anseio.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;O medo, o desejo&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;A esperança, a distância&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;E passou, longe foi&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Feliz talvez, não sei.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Já não importa,&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Sem barulho&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Fechei a porta&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Questão de orgulho,&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Amor-próprio.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;No silêncio do meu jardim vazio&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Uma libélula voava quieta&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Eu vi ao longe suas asas batendo&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Coloridas, sussurrantes, discretas&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Ao quente verde sol da madrugada&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;As cores vibravam todas&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Em mesclas de semitons&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Nem era isso, era borboleta dourada!&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Cheguei mais perto, temendo&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;A reação, a fuga&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Ela veio bem pertinho&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Assustei-me&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Não se vá, borboleta,&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Não suma!&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Ela voltou...&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;meu medo passou...&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;O vento colorido &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;canta versos no meu ouvido&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;sempre sempre&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;sem fim&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Continue, borboleta, não pare!&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Vejo que assim, com seu ir e vir&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;A beijar de lado a lado&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Nasceu uma flor no meu jardim!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Magda Moraes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-8383008156384661498?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/8383008156384661498/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=8383008156384661498&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/8383008156384661498'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/8383008156384661498'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/05/antes-tudo-era-cinza-medo-nada-meus.html' title=''/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-8307638489309467597</id><published>2007-05-02T12:04:00.000-07:00</published><updated>2007-05-02T12:10:53.738-07:00</updated><title type='text'>A gente quis assim</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;Você apareceu assim pra mim,&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Sem nada pra falar.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Eu disse que foi bom ouvir você tocar de novo&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;aquele assunto.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Vi você de longe,&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Meu corpo estremeceu,&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Senti teu cheiro e o coração&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Bateu de novo,&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Pensei que estava morto &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;E frio.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Ouvi tua voz sussurrar no meu ouvindo&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Tudo aquilo era tão proibido&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Mas tão bom, e a gente quis.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;A gente sempre quis,&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Então a gente fez.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Você não podia esperar,&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Eu não queria acreditar.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Curou as feridas abertas e se foi.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Será que vai voltar?&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Ah, vai. Vai sim.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Pequenas ruas e luzes,&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Imagens e sons, &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Flashes&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Lembram aquele dia, a lua&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Que brilhava por nós,&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Só pra nós,&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;No céu de anis da tua boca e&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Na estrela do teu olho&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Que procurava o meu corpo&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;A todo instante.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Mas a gente quis, &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;A gente sempre quis assim.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;A gente fez,&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;E aquele dia foi feliz.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Magda Moraes.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-8307638489309467597?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/8307638489309467597/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=8307638489309467597&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/8307638489309467597'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/8307638489309467597'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/05/gente-quis-assim.html' title='A gente quis assim'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-2339962310558060579</id><published>2007-05-01T17:20:00.000-07:00</published><updated>2007-05-01T17:22:13.568-07:00</updated><title type='text'>Ela</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Tudo começou numa noite quente de março. Abri meu coração com quem eu nem conhecia e passei a admirá-la desde então. Não tenho por costume contar meus problemas a estranhos, e ela, até aquele momento, não passava de uma estranha, uma criatura muito estranha. Seu jeito de mulher absoluta, seus olhos objetivos, sua boca indiscreta e sua voz tímida e doce faziam dela alguém fora do comum. Talvez seja por isso que senti confiança. Passamos a conviver mais e descobri que ela não era, decididamente, aquela rocha que seu semblante dizia ser. Era uma menina meiga, doce, cheia de sonhos, e sua determinação foi aos poucos me servindo de lição.&lt;br /&gt;Passamos a dividir os problemas e as soluções, as conquistas e as frustrações, os objetivos, as metas, os desejos, as lágrimas e os sorrisos. Fizemos muitas coisas juntas, rimos no banheiro, bebemos até cair, amanhecemos chorando, escrevemos histórias, vimos o sol nascer, viajamos, fizemos loucuras por amor, seguimos a luz de algumas estrelas, arrumamos confusões. Pessoas entraram e saíram de nossas vidas. Fizemos acordos e promessas, juras eternas e confissões. Nos afastamos também, mais de uma vez, pelos reveses que a vida nos deu. Constantemente ela abre mão de sua vontade para fazer a minha, e eu faço o mesmo por ela.&lt;br /&gt;Já pegamos a estrada sem saber para onde estávamos indo. Nos perdemos em devaneios, nos arrependemos de muitas coisas que fizemos e de tantas outras que deixamos de fazer. Abalamos fortes estruturas, mobilizamos constelações, modificamos roteiros alheios, guardamos segredos e dividimos idéias. Também já andamos por caminhos opostos, discutimos por besteiras e tivemos medo do futuro. Gritamos na rua, rasgamos fotografias, ouvimos palavras feias de bocas bonitas e choramos abraçadas. Perdemos oportunidades e ônibus. Teimamos e fingimos sermos fortes. Estudamos, trabalhamos e pensamos juntas. Saímos e voltamos. Construímos e destruímos. Plantamos e colhemos. Perdemos um pouco, mas ganhamos muito mais.&lt;br /&gt;A vida passa rápido como um filme e é preciso prestar atenção nos detalhes. O nosso talvez seja uma comédia, apesar das lágrimas que derramamos juntas e daquelas que secamos uma da outra.&lt;br /&gt;A cada novo obstáculo, damos as mãos e saltamos juntas. A cada novo objetivo, planejamos os passos seguintes. Achamos necessário confiar, mas gostamos muito de correr os riscos. Ela é meu braço direito e o esquerdo também. Às vezes ela é a razão e eu a emoção. Outras vezes invertemos os papéis. Em pouco tempo vivemos muito, e hoje brindamos ao que ainda viveremos. Mesmo que a vida um dia nos afaste, guardarei sempre nossas mais loucas lembranças, as mais emocionantes e as mais frustrantes também, porque o mais importante nem foram os resultados, e sim a sua presença ao meu lado.&lt;br /&gt;Deus não nos uniu pelo sangue, mas por algo tão forte quanto: o coração. “Para sempre” é termo sem definição de tempo, assim como nossa amizade. Às coisas boas que fizemos, fazemos e faremos digo PARA SEMPRE; para as coisas ruins e os nossos conflitos tenho outro termo: NUNCA MAIS.&lt;br /&gt;Eu poderia dar um nome a ela, mas não quero. Eu poderia chamá-la de Escada, que me leva sempre para cima; de Fortaleza, onde me protejo; de Porto-seguro, onde me escondo; de Bússola, que me dá o norte; de Confessionário, onde conto os meus pecados; de Armário, onde guardo meus planos; de Dicionário, onde procuro definições; de Ombro, onde choro minhas mágoas. Mas nenhuma dessas palavras explicaria sua totalidade em minha vida. Por isso, prefiro simplificar e chamá-la de AMIGA.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Magda Moraes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-2339962310558060579?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/2339962310558060579/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=2339962310558060579&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/2339962310558060579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/2339962310558060579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/05/ela.html' title='Ela'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-4871992058188562946</id><published>2007-05-01T08:37:00.000-07:00</published><updated>2007-05-01T08:38:37.606-07:00</updated><title type='text'>Ensaios e capítulos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Outra aventura. Parecia ser apenas isso. Porém, Dani pressentia que seria bem mais, ou, pelo menos, significaria bem mais. Conheceram Roberto há algum tempo. Desenharam uma bela amizade, um inocente sentimento, mas puro, muito puro e verdadeiro. Reencontram-no um dia no teatro e neste dia surgiu o elo e do elo, o convite. Dani e Márcia estavam já acostumadas a praticar atos ensandecidos, mas divertidos. Estavam, também, com suas vidas e sentimentos saturados, ansiavam por novas sensações. Toparam na hora. Partiram numa tarde ensolarada de sábado, estavam cansadas de maus tempos. Desta vez, São Pedro iria colaborar. Depois de uma cerveja, uns 3 ou 9 cigarros e uma turbulência de fatos narrados, partiram. No trajeto, muito assunto, uma vez que a rotina diária das duas amigas as impedem de conversar todos os dias. Como de costume, Márcia queria descer em Osório, mas não foi preciso, bem como o convite de ir à missa que foi negado... Dani tem cada idéia!! Chegaram lá. Mais uma vez aquela cidade, mais uma vez lembranças, estão já familiarizadas com tal estação rodoviária. Lembranças que, mal sabiam elas, não ficariam para trás, mas seriam amenizadas por novas emoções. Após muito nervosismo, aparece um rapaz especialmente enviado para salvá-las, ou melhor, destiná-las ao hotel. Chegando lá, algumas apresentações, alguns reencontros, muita risada e também muito nervosismo. Foram jantar... Márcia olhava ao redor, faltava alguém...sim, era Giovani, ainda não havia chegado. Após um breve encontro, aquele seria o reencontro para o resto da sua história. Dani a avisara de que havia pressentido que este era o real motivo do convite, pressentira também que este seria o novo sentido da sua vida e que, provavelmente, ela jamais esqueceria aquele rapaz, pois ele lhe devolveria a paz. Dizem os filósofos que quando as pessoas se cruzam e sentimos algo estranho dentro da gente, é porque provavelmente este encontro já aconteceu em outras vidas, ou já deveria te acontecido... que perda de tempo!!!! Giovani chegou, Márcia estremeceu Dani também e ele mesmo estremeceu. Talvez tenha sido muito mais do que ele esperava. Talvez, também esperasse uma aventura quando a conheceu naquele teatro, mas Gi se enganou. Naquele momento, dera-se conta de que aquele seria o primeiro reencontro de muitos que viriam, pois sentia-se envolvido, enfeitiçado pelo olhar e pelo perfume daquela moça. Após o jantar, todos foram assistir TV, conversar, enfim, faltava ainda muito tempo para o novo espetáculo. Timidamente, Gi e Márcia se deslocaram para a mesma sala. Entre um sorriso e outro, se aproximaram e aconteceu o primeiro de tantos intermináveis beijos que ainda aconteceriam. Dani estava entretida com Roberto, revelando segredos e mentiras que alguém contou, desenvolvendo um estranho sentimento, uma ligação forte e uma confusão de conclusões na galera que estava em outra repartição. Ninguém entendia o que se passava e também não era necessário entender. Foram para o espetáculo. Empoleirados, chegaram motivados. O lugar era estranho, Mário, um outro grande novo amigo, buscava um cinzeiro enlouquecidamente para, então, crivar loucamente. No início do espetáculo, emoções a flor da pele. Reconstituições da vida que passa, projeções da nova, lembranças....mas o melhor momento, entre tantos, foi o nobre sentimento que se construía. Entre uma batida e outra, um novo sorriso, um novo olhar. Márcia e Gi estavam mesmo se gostando e estranhando tal revolução dentro de seus íntimos. Não podiam mais parar de se olharem. Logo após o espetáculo, não podiam parar também de se tocarem. Dani, sempre acompanhada de Roberto e despertando os mais maliciosos comentários (os quais ela pouco liga), fez uma tentativa frustrada de escrever um novo capítulo na sua história. Roberto a bloqueou, sabe-se lá por que. Mas e cadê a Márcia? Márcia e Gi haviam fugido do tumulto para escrever não um só capítulo e sim a novela que os envolveria dali para frente.  A sensação de todos era de que se conheciam mesmo a muito tempo, de que estavam se esperando. De que a vida havia feito um filme muito parecido há um tempo atrás, como num ensaio, para agora acertar e filmar o final feliz.  É chegada a hora de separar-se do novo mundo. Gi sente-se fisgado, Márcia sabe que não será a última vez. Dani ganha um anjo e muitos amigos, crentes ou descrentes de seu real envolvimento com Roberto. De novo a mesma estação. Aquela que um dia trouxe desilusão, num outro momento esperança, naquele dia trazia um novo sentido. Fazia jus a sensação que acompanhou Dani por dias. O próximo destino? Uma cidade próxima, uma nova sensação indescritível, um novo espetáculo da vida, um novo reencontro e o mesmo frio na barriga, como se fosse a primeira vez.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Déborah Pinho&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-4871992058188562946?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/4871992058188562946/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=4871992058188562946&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/4871992058188562946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/4871992058188562946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/05/ensaios-e-captulos.html' title='Ensaios e capítulos'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-57514225594920096</id><published>2007-04-27T12:13:00.000-07:00</published><updated>2007-04-27T19:55:16.573-07:00</updated><title type='text'>Se foi</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Foi-se o tempo em que todos estavam por perto. Quando havia música, festa, alegria, risos e graça todos estavam aqui. Depois se dissiparam, menos um, aquele que mais importava ficou. Sim, ele esteve presente no momento mais difícil, segurando a minha mão e oferecendo o ombro para que eu chorasse. Depois de então o mundo perdeu um pouco das cores para mim, mas meu amigo estava perto e, por isso, a dor não se intensificou. Ele me deu coragem, me deu motivos nobres para levantar a cabeça e oferecer um pouco de mim para quem precisa, e desenvolvemos um projeto social. Mas ele e o projeto, pelo jeito, ficaram no caminho.&lt;br /&gt;Antes tudo era som, luz, brilho. Agora é silêncio, breu. O telefone não toca mais, as coisas estão todas arrumadas no seu devido lugar.&lt;br /&gt;As pessoas seguem seus rumos, os trens e os navios partem sem mim. Eles sempre vão, e eu sempre fico. Vejo todos irem embora levando consigo suas conquistas, e eu fico. Vejo aviões decolarem cheios de sonhos, e eu fico. Vejo flores serem entregues e lágrimas rolarem, e eu fico a observar. Vejo pessoas conversando, e fico eu a analisar suas reações. Outros tantos estão a minha volta, e fico eu a sentir-me tão só... Não quero paixões repentinas, avassaladoras, nem amores platônicos e doloridos. Quero amizades verdadeiras, puras e duradouras. Quero pessoas de bem, de bom coração, boa índole, bom caráter. Onde elas estão? O último acabou de ir embora, me deixando mais uma vez sozinha.&lt;br /&gt;Dor maior que perder um ente querido ou um amor do passado é perder um grande amigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Magda Moraes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-57514225594920096?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/57514225594920096/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=57514225594920096&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/57514225594920096'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/57514225594920096'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/04/se-foi.html' title='Se foi'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-5998605859606725480</id><published>2007-04-26T12:03:00.000-07:00</published><updated>2007-04-26T12:33:04.226-07:00</updated><title type='text'>A gestação do novo sentido</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Eis que ressurjo eu das cinzas. Quero dizer, eu não, o outro eu. O eu de antes morreu queimado num incêndio terrível, nem mesmo um último suspiro pode dar. Coitado, mas era a sua hora. Acabou-se, infelizmente. Foi-se junto com a Missão Tartaruga. Sendo eu (de hoje, que fique claro) médica, diagnosticaria falência múltipla dos órgão, uma síncope. Poderia dizer morte súbita, não fosse o tempo que levou definhando. Sendo eu juíza, bateria o martelo e conderia a ré por absoluta falta de provas. É isso mesmo, não estranhe. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bom, velados os defuntos e feitos os funerais, hora de seguir adiante. Seguir o caminho, a estrada, a trilha, qualquer coisa. Hora de olhar em volta e notar que há muitas metas a cumprir, muitas lições a aprender, muitas coisas importantes a fazer. E irei em breve, não para tão longe, mas não tão perto assim. Vou ver o mar, respirar a maresia, ouvir o canto dos pássaros com calma, sem pressa para voltar. Vou em busca de motivação, de equilíbrio, de aventura, de um sentido novo para a rotina sem graça. Não trarei nada como prova, nem sequer um punhado de areia. Espero trazer apenas um novo objetivo. Com o tempo o ser humano aprende a lidar consigo mesmo, e não é tão fácil.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não importam as condições da viagem nem do tempo, o negócio é dar um jeito de aproveitar tudo que eu puder, de me aventurar perdida pelas ruas e sentar na calçada para dar risadas. Não importa se o salto quebrar ou se eu perder o ônibus, tudo será válido. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O retorno eu já antevejo: mochila nas costas, cara de cansaço, dor nas pernas, fome, sono e a cabeça cheia de novas idéias, com sementes de criatividade plantadas e regadas, à espera do encontro com o computador para a criação de um novo conto. Toda viagem tem sua história, as minhas viram contos.  &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Magda Moraes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-5998605859606725480?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/5998605859606725480/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=5998605859606725480&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/5998605859606725480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/5998605859606725480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/04/gestao-do-novo-sentido.html' title='A gestação do novo sentido'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-6837105947461637636</id><published>2007-04-16T18:44:00.000-07:00</published><updated>2007-04-16T19:27:12.516-07:00</updated><title type='text'>Missão Tartaruga</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;É bom refletir, pensar sobre em si mesmo e sobre os outros, imaginar as mais diversas situações, boas e ruins, e pensar em como reagiríamos em cada uma delas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É interessante também pensar no que se está fazendo agora, se vale a pena ou não continuar, e isso se aplica a qualquer projeto, seja de vida, seja profissional. Quando colocamos um parêntese nas circunstâncias, significa que elas não estão tão boas assim. É hora de colocar a cabeça para funcionar: As pessoas a minha volta estão todas erradas e só eu estou certa? Impossível. Onde está o erro? Quem colocou aquela vírgula inadequada? Se o texto é meu, óbvio que fui eu que pontuei errado, não adianta empurrar a culpa para os outros. Para isso existe um objetinho feinho e fedorento chamado borracha. No momento em que o texto e eu decidirmos usá-la, aquela vírgula tenderá a desaparecer e poderei dar prosseguimento ao texto,ou não, como diria Caetano. Mas isso não vem ao caso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Insistir em um objetivo sem apoio é determinação ou burrice? Eis a questão: não sei. Sempre me disseram, desde pequena, que eu precisava ir à luta pelas coisas que eu quero, que eu não devia me assustar com os obstáculos, pois eles me tornariam ainda mais forte, que eu precisava ter sempre em mente que sou capaz o suficiente para conseguir tudo o que desejo. Pois é, segui os conselhos... e me ferrei. Será que quero o absurdo? Ora, quem nunca quis uma coisa difícil? E tenho uma teoria sobre isso: quanto mais difícil for, mais eu quero. Teimosa eu!? Capaz! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bom, julgamentos à parte, o fato é que eu não desisti, apesar de ter dito que disistiria. Eu sou um ser humano, ora bolas, também tenho o direito de mudar de idéia! Você também tem o seu direito, o de não concordar comigo, mas azar o seu...ou meu, sei lá. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Meu projeto anda a passo lentos, tanto que dei até um nome para isso: &lt;em&gt;Missão Tartaruga&lt;/em&gt;. O bom disso tudo é que a algum lugar eu e meu projeto vamos chegar, seja ali na esquinha ou em outro país; seja juntos ou separados, mas vamos. Ninguém consegue ficar parado por muito tempo, muito menos eu, que tenho horror ao tédio. Você, estimado leitor, pode pedir-me qualquer coisa que farei com todo o empenho e carinho, menos que eu desista do que eu quero. Mas tem outra saída: aparecer outro objetivo capaz de tornar-se um projeto novo. Aí sim, mudo a rota e sigo viagem. Mas até lá... &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Magda Moraes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-6837105947461637636?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/6837105947461637636/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=6837105947461637636&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/6837105947461637636'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/6837105947461637636'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/04/misso-tartaruga.html' title='Missão Tartaruga'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-4580802276687216140</id><published>2007-04-10T19:35:00.001-07:00</published><updated>2007-04-10T19:51:14.754-07:00</updated><title type='text'>A ciência da interpolação</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O que é o tempo? O que é a distância? O que são palavras? O que são 20 meses?&lt;br /&gt;Não, eu não espero mais. Nem tanto porque cansei, pois o corpo suporta a dor.&lt;br /&gt;Também não deixei de esperar por falta de sentimento, muito pelo contrário. O sentimento sobrevive ainda, firme e forte. Ouso até chamá-lo de amor. Porém, amor maior que este apenas o amor-próprio. Por falta de alternativa, fiz deste sentimento minha química e minha física, além de piada, música, retrato, prosa e poesia.&lt;br /&gt;Não pretendo equiparar-me aos grandes poetas da antigüidade, não tenho isso por vocação, nem por perto tenho minha inspiração!&lt;br /&gt;Tentei fazer da inspiração apenas lembrança, e das lembranças faço minha sobrevivência.&lt;br /&gt;Esperança não sei se ainda tenho. Isto se tem quando não se erra, e eu errei.&lt;br /&gt;Esperança se tem quando há perspectiva, e não tenho.&lt;br /&gt;Sou agora um solitário átomo flutuante e escrevente, procurando incansavelmente um método para tocar minha outra partícula. Mas ela foi embora, não sei se volta. O destino deu a ela outro caminho antes de minha aparição, e este caminho minha partícula tem percorrido em linhas um tanto tortas, mas ao que parece chegará ao destino. Destino este que trará a felicidade aos prótons e aos nêutrons. Haverá festa com bolo e música, e uma pequena clave de sol despencará do teto, para fazer-se notar por quem ainda não a percebeu. Muitas notas suspirarão, outras vibrarão; algumas ainda lamentarão o triste fim da clave.&lt;br /&gt;Mas a ciência desde sempre evolui, enquanto a poesia, quanto mais triste, mais bonita.&lt;br /&gt;Contos e músicas trazem-te sempre a mim, levando-me arrastada pelo tempo, fazendo-me sorrir por entre lágrimas, que nada mais são do que sais. Sorriso é substantivo, eis a questão, concreto ou abstrato? Ainda será apenas um espasmo.&lt;br /&gt;Tenho procurado outros elementos, outros versos, outras notas, mas nada parece fazer muito sentido, denotativo ou conotativo.&lt;br /&gt;Se faz barulho e não versos, faça-me então um favor: vá de uma vez, partícula que um dia perdeu-se comigo no espaço! Encontre em seu trajeto curvilíneo o ponto final de sua novela! Vá embora, mas antes olhe para trás. Perceba quantos pontos deixou sem retas, quantas frases exclamativas, quantas notas sem som, quantos versos sem rima! Ou então volte para assinar sua obra e temporizar sua música!&lt;br /&gt;Só não me deixe mais neste escuro silêncio sem fim! &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Magda Moraes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-4580802276687216140?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/4580802276687216140/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=4580802276687216140&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/4580802276687216140'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/4580802276687216140'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/04/cincia-da-interpolao_10.html' title='A ciência da interpolação'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-6077117154409881418</id><published>2007-04-10T19:32:00.000-07:00</published><updated>2007-04-10T19:33:07.302-07:00</updated><title type='text'>Visita estranha</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Setembro de 2005. Frio de gelar a alma. O estabelecimento fechou às duas horas da madrugada e todos foram embora. Mas nós ainda tínhamos muito que fazer. O três estávamos passando por situações semelhantes e, naquele dia, decidimos alargar a noitada e esquecer um pouco dos problemas, de preferência dentro de uma garrafa de cerveja. Mas, e o frio de rachar? Ah, o que importa é estar feliz!&lt;br /&gt;Da Santana à Cidade Baixa em cinco minutos: tempo demais para quem deseja intensamente sentar-se em uma mesa de bar, rir, desabafar e beber... muito!&lt;br /&gt;Novelas, filmes, músicas, gerações, fotografias, coleções, toques de celular, profissões, confissões, alusões, descrições, tudo... menos decisões. Afinal de contas, o que é mesmo que se faz, entre amigos, num boteco qualquer da vida? Falar bobagens, é claro!&lt;br /&gt;Até hoje não consigo entender porque, às vezes, os ponteiros do relógio andam tão depressa. Na minha cabeça, passaram-se apenas uma, talvez duas horas depois que chegamos, mas o bendito marcador teimava em apontar para o número 5. “Tudo bem, ninguém tem compromisso antes das oito mesmo...”.&lt;br /&gt;- Fica na Zona Sul, sabe, logo depois dos Cavalinhos.&lt;br /&gt;- Cavalinhos? Por acaso tem alguma fazenda em Porto Alegre?&lt;br /&gt;- Não...é ali...onde tem cavalinhos correndo. Ah, sei lá.&lt;br /&gt;- Ah, sim, o Hipódromo?&lt;br /&gt;- É, é isso, “Hipódromo”. Então, direita; esquerda; sinaleira; esquerda de novo; mais um pouquinho; direita. O bloco é Jaguarão.&lt;br /&gt;Uma figura tipicamente porto-alegrense, que mais parecia ter fugido do A.A., senta-se em nossa mesa, sem sequer ter sido apresentado, e intervém:&lt;br /&gt;- Jaguarão? Vocês disseram Jaguarão? Eu adoro essa cidade! Morei lá até pouco tempo atrás; estudei na Federal, fazia meia cadeira de Turismo, mas o que eu queria mesmo era História.&lt;br /&gt;- Meia cadeira? Que coisa incrível! Como foi que tu conseguiste?&lt;br /&gt;- Então, vocês lembram daquela guerra que aconteceu lá? Eu não lembro direito, era muito criança ainda.&lt;br /&gt;- Deve ter sido a Guerra do Paraguai.&lt;br /&gt;- Isso. É isso mesmo!&lt;br /&gt;- Na verdade, eu acho que a guerra, a violência, a meia cadeira de Turismo, o nivelamento etílico, enfim, tudo isso é explicado pela Física Quântica.&lt;br /&gt;- Como é isso?&lt;br /&gt;- A Teoria da Física Quântica consiste em duas pessoas – eu e tu, por exemplo – que, num determinado momento de suas vidas, tornam-se outras. Vou te explicar melhor: no mesmo instante em que eu sou eu e tu és tu, eu deixo de ser eu e tu deixas de ser tu; a partir de então tu passas a ser eu e eu passo a ser tu sem deixar de ser eu. Então nós dois deixamos de ser qualquer um e nos tornamos apenas uma única partícula perdida no Universo. É isso.&lt;br /&gt;- Ah, claro! A Malu falou isso na faculdade.&lt;br /&gt;-A Malu? A Maaaaaaluuuuuuu! Mas a Malu não disse isso! A Malu disse isso? Ah, não pode!&lt;br /&gt;- Bom, já não estou entendendo mais nada desse negócio de Física... Física o quê mesmo?&lt;br /&gt;- Quântica, meu! É a Física Quântica!&lt;br /&gt;- É, esse papo está me confundindo. Já nem sei mais que sou eu. É que lá em Jaguarão...&lt;br /&gt;- Em Jaguarão! Tu não viste a corrida que aconteceu lá na semana passada?&lt;br /&gt;- Não.&lt;br /&gt;- O Schumacher, cara! O alemão correu lá e... Adivinha? Perdeu para o Rubinho!&lt;br /&gt;- Capaz! É sério?&lt;br /&gt;-Claro. Tu achas mesmo que eu inventaria uma história destas?&lt;br /&gt;- Não, lógico que não. A propósito, não te conheço de algum lugar?&lt;br /&gt;-Só se for de Jaguarão... A faculdade... A Malu... Lembra?&lt;br /&gt;- Pode ser. Mas estou com uma dúvida: onde é que fica mesmo esse Jaguarão?&lt;br /&gt;O riso rolou solto. A criatura estranha foi embora sem se despedir. Talvez tenha voltado ao seu planeta de origem.&lt;br /&gt;Se Shakespeare fosse gaúcho, decididamente estaria certo: existem muito mais coisas entre a Lima e Silva e a João Pessoa do que sonha nossa vã filosofia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Magda Moraes&lt;br /&gt;2006.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-6077117154409881418?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/6077117154409881418/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=6077117154409881418&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/6077117154409881418'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/6077117154409881418'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/04/visita-estranha.html' title='Visita estranha'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-2188707425718438393</id><published>2007-04-09T11:17:00.000-07:00</published><updated>2007-04-09T12:08:17.472-07:00</updated><title type='text'>Viva a vida!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Parece que o assunto atual é morte. Em todos os lugares fala-se nisso. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Preferi agora falar em &lt;em&gt;quase-morte&lt;/em&gt;, a experiência que tive há um tempo atrás.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estava eu casada naquele tempo, morando na Zona Leste da Capital, perto de tudo, mas longe da minha família. Meu então marido estava viajando quando cheguei da faculdade me sentindo mal. Estava muito enjoada, vomitando a todo momento. Passei uma noite horrível, com fortes dores abdominais. Amanheceu e fui trabalhar normalmente, mas não pude ficar no trabalho, pois meu estado só piorava. Alguns dias passei assim, até que chamei minha mãe (por que será que a gente sempre chama a mãe nas horas difíceis!?) e fomos a uma clínica de emergência. Fiz vários exames e médico algum descobria o que eu tinha. Meu abdome estava imenso, eu não comia, apenas vomitava e sentia dores. Continuei trabalhando (pode me chamar de Caxias). Quase uma semana depois do começo do problema, estava eu trabalhando na minha mesa em formato de L quando tocou o telefone. Ao me virar, não pude mais respirar, tamanha foi a dor que senti do lado direito do baixo ventre, e desliguei sem ao menos dizer alô. Pedi ajuda aos meus colegas, precisa ser levada ao médico, mas todos estavam saindo para visitar clientes e eu ficaria sozinha no escritório. Comecei a chorar de desespero. Pensei em ligar para a minha mãe e, quando pus a mão no telefone, ele tocou. Era ela me perguntando se eu estava bem. Óbvio que desatei num choro compulsivo, e quinze minutos depois lá estava ela para me buscar. Ela e meu pai me levaram ao hospital, onde fiquei plantada feito árvore na Emergência durante horas. Quase pude sentir as raízes saindo dos meus pés e fincando-se no chão. Enfim, algum tempo depois fui levada para fazer exames. Fiz muitos, vários, diversos, de todas as qualidades, cores e tipos. Nenhum dizia o que eu tinha. Chamaram um médico mais velho (muito mais velho), que me fez algumas perguntas rápidas, examinou apenas com as mãos meu abdome e diagnosticou: apendicite supurada! Meu Deus, que nome horrível! Em poucos minutos eu estava sendo levada para o bloco cirúrgico. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Braços e pernas amarrados, éter no nariz e uma agulha enorme perfurando minha veia...que sensação tenebrosa! Apaguei. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aí vem a parte interessante: De repente passei a ouvir algumas vozes dizendo:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Olha o pulso, está caindo!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E um &lt;em&gt;piiiiiiiiiiii &lt;/em&gt;sem fim ao fundo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não sei como, mas pude ver meu corpo deitado na mesa de cirurgia, pálido, quase cinza, com uns tubos enfiados boca à dentro (ainda bem que não vi meu sangue). Assisti toda a cena dos pés da cama. A sala era verde, em formato ovalado. Vi também duas pessoas, um homem e uma mulher, discutindo para onde eu seria levada e por quem. Lembro que senti um perfume de rosas muito agradável perto dela. Como eu estava alheia ao assunto, só sei que resolveram me deixar alí mesmo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um tempo depois, não sei quanto, acordei em algum lugar desconhecido e vi muitas estrelas. Pensei, muito seriamente: &lt;em&gt;Pronto, morri. Isso deve ser o Céu. &lt;/em&gt;É, nessas horas a gente fica meio abobada mesmo. Eu apenas estava deitada próximo à janela, e já era alta noite. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Voltaram os enjôos e pedi ajuda. Veio até mim uma mulher de branco e me alcançou um pano. Era a enfermeira do hospital, e me disse que eu estava na Sala de Recuperação. Soube depois que meu marido e meus pais haviam me visitado enquanto eu dormia aquele soninho maravilhoso da anestesia. Dizem até que eu conversei com eles. Não lembro de nada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No outro dia fui levada para o quarto, ainda um pouco anestesiada, pois sentia muitas dores. Dormi muito. Acordei e mais uma vez achei que Jesus tinha me chamado: em frente à minha cama havia um crucifixo enorme pendurado numa parede alvíssima. Aos poucos fui identificando o local e ouvi a voz de uma mulher berrando, arrancando as sondas e as agulhas do próprio corpo. Virei-me e tomei um susto: a velha queria se matar. Ai, meu Deus, socorro! Trocaram-me de quarto, ufa! Alguns dias passei ali, até curar toda a infecção que tinha tomado conta de quase todo o meu corpo. O pior era ter de assistir às Videocassetadas do Domingão do Faustão sem poder rir para não arrebentar os pontos, nem ter como desligar a televisão. Esse foi o pior sofrimento! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Confesso que ainda penso na experiência que tive aquele dia, mas evito me questionar muito. A cirurgia deixou algumas seqüelas um tanto graves, mas salvou minha vida. Aquele médico, Dr. Mendonça, que deve ser um anjo, jamais saiu da minha cabeça. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acho que quase morri, por isso procuro viver intensamente todos os momentos que Deus me proporciona, sejam eles bons ou ruins, pois, se eu fiquei aqui, é porque alguma coisa ainda tenho de fazer. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Magda Moraes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-2188707425718438393?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/2188707425718438393/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=2188707425718438393&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/2188707425718438393'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/2188707425718438393'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/04/viva-vida.html' title='Viva a vida!'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-1819899085229204192</id><published>2007-04-09T07:34:00.000-07:00</published><updated>2007-04-09T08:29:15.173-07:00</updated><title type='text'>Acidentes e acidentes.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Quando fiz minha Carteira de Habilitação há algum tempo atrás, nas aulas teóricas o professor falava muito que &lt;em&gt;carro é arma&lt;/em&gt;. Cada vez  corcordo mais com ele.&lt;br /&gt;Todos os dias é possível ler nos jornais a quantidade de mortes no trânsito, e isso impressiona muito. Morrem mais pessoas em acidentes do que de qualquer outra forma! Motivos? Os mais diversos: imprudência, imperícia, alta velocidade, excesso de confiança, etc. Carro foi feito para dar conforto e locomoção, não para matar. Em uma viagem, sabemos que chegaremos ao destino, não importa a velocidade, se a 60Km/h ou a 140Km/h...chegaremos. Para alguns, o fim da estrada é o fim da vida.&lt;br /&gt;Neste final de semana fiquei apavorada com a quantidade de acidentes na BR386. Nos 200Km que percorri em 4 horas (é verdade, quatro horas!) presenciei quatro acidentes graves. Em um deles, um carro simplesmente entrou na lateral de um ônibus. Não me pergunte como! O fato é que por muitos quilômetros o trânsito ficou engarrafado, o que causou diversos engavetamentos. Nos outros acidentes, pude ver sangue no chão. Por sorte não era ninguém conhecido, nem da família, mas fiquei comovida. Poderia ter sido comigo ou com os meus.&lt;br /&gt;Tenho medo de trânsito, de atropelamentos e de acidentes, por razões muito óbvias, mas não deixo de viajar por isso. Basta ter atenção, paciência e respeito. Estas deveriam ser as primeiras regras ensinadas nas auto-escolas. Carteira de Habilitação não é passaporte para o além. &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Magda Moraes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-1819899085229204192?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/1819899085229204192/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=1819899085229204192&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/1819899085229204192'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/1819899085229204192'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/04/acidentes-e-acidentes.html' title='Acidentes e acidentes.'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-3115148981044709256</id><published>2007-04-07T20:26:00.000-07:00</published><updated>2007-04-07T20:40:00.841-07:00</updated><title type='text'>Complementando...</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;Já rodei o mundo (por muitas estradas andei)&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Tentando encontrar (te procurei em muitos lugares)&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Feito vagabundo (desnorteada, perdida) &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Mudando de lugar (percorrendo caminhos tortos)&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="left"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="left"&gt;Contando estrelas ( colecionei várias, não guardei nenhuma)&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Em noite de luar ( em dias de sol quente também)&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Pensando em voar (seria uma maneira de chegar mais rápido até você)&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Querendo ver você chegar ( e me dizer alguma coisa)&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="left"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="left"&gt;Do espaço sideral (é, você mora longe)&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;E fazer meu carnaval (micareta também serve)&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Querendo só estar contigo (não preciso de mais nada)&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="left"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="left"&gt;E num dia de sol (daqueles de bronzear)&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Sentindo o calor (mesmo no inverno)&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Beber água sob a sombra (você não é muito alto, mas...)&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; do teu amor (será que é possível?)&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="center"&gt;À sombra do teu amor - Alemão Ronaldo e Serginho Moah&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-3115148981044709256?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/3115148981044709256/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=3115148981044709256&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/3115148981044709256'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/3115148981044709256'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/04/complementando.html' title='Complementando...'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-7959786998824132227</id><published>2007-04-05T12:27:00.000-07:00</published><updated>2007-04-07T10:15:26.252-07:00</updated><title type='text'>Se eu soubesse...</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;Não faço versos como quem chora,&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;nem como quem morre.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Quanto menos como quem espera.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Junto frases e dá nisso... &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Não escrevo para você,&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;nem para mim.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Não sou poeta.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Vejo uma folha e frutifico&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;apenas. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Não lamento o papel que deixou de ser branco,&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;não penso no que escrever,&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;só encosto o lápis na folha &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;e cria vida! &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Não sofro tua ausência,&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;nem lamento minha solidão.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Não choro no escuro,&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;acendo a luz&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;e é dia!&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Pergunto sempre,&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;não respondo nunca.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Por que?&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Se eu soubesse...&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;escreveria.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;Magda Moraes.&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-7959786998824132227?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/7959786998824132227/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=7959786998824132227&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/7959786998824132227'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/7959786998824132227'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/04/se-eu-soubesse.html' title='Se eu soubesse...'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-7757954443832183552</id><published>2007-04-04T20:00:00.000-07:00</published><updated>2007-04-04T20:14:46.536-07:00</updated><title type='text'>Solidão digital ou analógica</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Vamos falar hoje de literatura infantil. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Havia, num lugar qualquer do mundo, um jovem relojoeiro muito ambicioso e um homem muito rico, dono de um relógio feio e sem graça, daqueles que funcionavam à corda. Um dia, o relógio do homem estragou (estava velho), e ele o levou para o jovem relojoeiro consertar. O homem morreu antes que o jovem pudesse devolver. O que aconteceu? O óbvio: o relojoeiro ficou com o relógio. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No momento do conserto, ele reparou em um pino de ouro que havia na máquina do objeto. Puxou e girou em sentido horário. Sentiu alguma coisa diferente, olhou-se no espelho e viu-se muitos anos mais velho. Repetiu a operação, girando, desta vez, no sentido anti-horário. Ficou jovem, mais do que antes, bonito e esbelto como era antes de entrar na casa dos 30. Mágica! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bom, o desenvolvimento da trama não interessa aqui. O que importa é que o relojoeiro foi acusado de ter matado o dono do relógio mágico (que só ele sabia que era mágico) e foi preso. Como ele não tinha família, nem amigos, ficou só. Seu único desejo era que alguém fosse visitá-lo na prisão e lhe levasse o tal relógio. Adivinha para quê!? Ele queria girar o pino de ouro e ficar velho, muito velho, para que pudesse morrer logo, já que não tinha perspectiva de sair daquela prisão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entendeu a moral da história? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De nada adiante um tesouro para quem não sabe usar. Além disso, viver sozinho é terrível; nos momentos mais difíceis não há quem possa ajudar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Percebeu que literatura infantil não é assim tão infantil, não é!?&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Magda Moraes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-7757954443832183552?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/7757954443832183552/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=7757954443832183552&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/7757954443832183552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/7757954443832183552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/04/solido-digital-ou-analgica.html' title='Solidão digital ou analógica'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-6648891933289439609</id><published>2007-04-03T19:15:00.000-07:00</published><updated>2007-04-03T19:19:47.547-07:00</updated><title type='text'>O emburrecimento internáutico</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;internet&lt;/span&gt; tem inúmeras vantagens, entre elas a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;atualização&lt;/span&gt; do sujeito. Notícias, previsão do tempo, comentários de jornalistas e escritores, enfim, há textos interessantíssimos nas mais diversas áreas, depende da vontade e da curiosidade do vivente. O tema e a estrutura do texto perdem a importância quando analisamos a forma de escrita. E não falo aqui em estilo literário ou coisa parecida, não. Refiro-me a algumas reduções nas palavras e nas expressões. Quando isso acontece com mensagens de texto via celular, é compreensível, já que não podemos usar a acentuação. Então fica: "- Amor, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;hj&lt;/span&gt; eh seu dia de levar as &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;criancas&lt;/span&gt; na escola".  Você consegue entender perfeitamente, não é? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas no computador a coisa muda de figura, ou melhor, não muda podendo mudar. Ora, o teclado tem todas as teclas necessárias para a boa escrita, a escrita correta! Mesmo assim as &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;pessoinhas&lt;/span&gt; muito espertas insistem em "abreviar". Que eu saiba, abreviar é diminuir, não aumentar. Pois é, alguns seres estranhos chegam a AUMENTAR as palavras para FACILITAR sua compreensão e trocam letras desnecessariamente.  Dá pra entender!? Por vezes perco muito mais tempo tentando decifrar textos assim, que mais parecem mensagens &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;subliminares&lt;/span&gt;, do que interpretando as poesias do Luís Coronel no Correio do Povo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vejam só:  " &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Naum&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;eintendi&lt;/span&gt;"; "&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Toh&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;cum&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;sonu&lt;/span&gt;" "&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;Vo&lt;/span&gt; mais tarde &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;hj&lt;/span&gt;";"&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Marka&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;mediku&lt;/span&gt; pra mim"; "&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;Bju&lt;/span&gt;". Credo, isso parece transcrição fonética! Sinceramente, meus olhos ardem ao ler isso e meu coração parte-se ao meio, pois sei que este &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;fenômeno&lt;/span&gt; tende a "&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;emburrecer&lt;/span&gt;" as crianças, os adolescentes e até os adultos...isso vicia! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aprendemos a escrever primeiro ouvindo, depois lendo, só depois procuramos corrigir certos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;errinhos&lt;/span&gt; com a ajuda de dicionários. Com o passar do tempo, desenvolvemos a capacidade de escrever mensagens longas, frases completas, com  sentido e estrutura perfeita. Mas isso precisa de treino.&lt;br /&gt;Eu também erro, algumas vezes por falta de atenção, outras por confusão mesmo, admito. O que não dá para aceitar é que esse estilo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;&lt;em&gt;moderninho&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; de escrever esteja virando "a nova gramática dos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;internautas&lt;/span&gt;". Haja paciência!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Magda Moraes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-6648891933289439609?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/6648891933289439609/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=6648891933289439609&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/6648891933289439609'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/6648891933289439609'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/04/o-emburrecimento-internutico.html' title='O emburrecimento internáutico'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-5967412965946200824</id><published>2007-04-02T19:26:00.000-07:00</published><updated>2007-04-02T19:47:23.524-07:00</updated><title type='text'>Bom fim de dia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Você sabe o que é preciso para estragar um dia? Não!? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sabe quando o dia já começa assim, meio atravessado, você já acorda atarefada, cheia de coisas para fazer e parece que o relógio não ajuda? Você, então, como pessoa responsável que é, sai de casa com a lista das coisas a fazer em mente, inicia sua odisséia e estaca na segunda incumbência. Afff! O que mais pode dar errado!? Pois é, não deu tempo de ir ao banco, tive que deixar para amanhã. Pelo menos comprei a minha sandália...ah, isso sim deu tempo para fazer! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bom, continuando. Portão eletrônico que optou por não funcionar; largar a Paty na Pet Shop; estacionamento apertadérrimo do supermercado; dentista; loja; supermercado de novo (pra quê? Coisas da minha mãe!); buscar a Paty na Pet Shop; descarregar o carro; guardar as compras; fazer o almoço; limpar a cozinha; folguinha rápida. Trabalho. Telefones desesperados, papéis voando, relógio correndo, números, cálculos, caneta, papel. Até aí tudo certo. De repente, não mais que de repente, uma cólica infernal! Cadê meu humor? Onde foi parar meu pique? Onde puseram minha disposição? Ai, meu Deus!!! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tanto foi meu desespero que fiz uma belíssima "estercada" no trabalho. Tamanha foi minha falta de atenção que o erro deu o que falar... Bom, já passou. Passou o problema no trabalho, minha cólica não. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Oh, céus! Há momentos em que eu gostaria de não ser mulher...mas só nesses dias.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É, parece que não tive um bom início de semana. O que me consola é que nada pode ser pior do que já está. A cadela não precisa tomar banho nos próximos 7 dias; os armários estão cheios; o problema no trabalho está resolvido e minha cólica deve passar nas próximas horas... eu espero.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ainda bem que faltam apenas 15 minutos para o dia acabar. Acho que esse repúdio à segunda-feira pega!&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Magda Moraes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-5967412965946200824?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/5967412965946200824/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=5967412965946200824&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/5967412965946200824'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/5967412965946200824'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/04/bom-fim-de-dia.html' title='Bom fim de dia'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-4235862587988213632</id><published>2007-04-01T14:05:00.000-07:00</published><updated>2007-04-02T13:02:55.609-07:00</updated><title type='text'>Que horas são?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O tempo...nunca temos tempo para nada. Nunca temos tempo para ir ao cinema com os amigos, para ler os livros que queremos, para assitir àquela peça de teatro que esperamos tanto para ver. Nunca temos tempo suficiente para arrumar o guarda-roupas, para organizar os livros e os cd's na estante da sala, para trocar aquela cortina da varanda, para pesquisar na internet um assunto qualquer que estamos curiosos para saber. Nunca temos tempo para telefonar para aquele amigo que foi morar longe, nem mesmo para visitar aquele que mora ao lado da nossa casa. Nunca temos tempo para visitar a avó, apesar de nos preocuparmos com a saúde dela. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tempo? Temos. Temos e não aproveitamos. Estamos sempre tão preocupados com trabalho, com rotina, com estudos e obrigações que não nos damos tempo para fazer o que queremos. Não damos um tempo a nós mesmos. E esse tempo existe sim, com muito mais freqüência do que imaginamos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu hoje estive sozinha em casa a tarde toda. Vim da casa da minha amiga logo após o meio-dia, abri a porta, liguei meu computador e passei a fazer as mesmas coisas que faço durante a semana. Peguei meus polígrafos da faculdade e li, li, li, sublinhei e fechei o polígrafo. Domingo não é dia de estudar, pelo menos não para mim. Coloquei um cd, mas não era isso que eu queria fazer. Abri as janelas e fechei de novo, não queria olhar para a rua. Arrumei a casa (a minha mãe deixou uma bagunça antes de sair), liguei a televisão e me desanimei: domingo é um dia horrível para mim, um tédio sem fim, uma melancolia desgraçada, uma sensação de tempo perdido. Não tinha nada de interessante na programação. Olhei na estante...vários filmes. Eu já tinha visto todos &lt;em&gt;umas muitas várias vezes. &lt;/em&gt;Desanimei de novo. Já que não restava nada a fazer, escolhi um ao acaso, liguei o DVD, sentei no sofá com umas pipocas e um copo de refrigerante. Não, eu não estava sozinha A Paty, minha poodle e fiel escudeira estava comigo! Em resumo, nós duas ficamos alí, meio amontoadas, tapadas com o lençol da minha mãe para não nos sentirmos tão abandonadas, comendo e nos coçando; ela pelas pulgas e eu pela alergia do pêlo dela. Quando aquele filme que vi e chorei pela 5ª vez terminou, já estava de noite. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Resultado: fiquei mais gorda, pois me empanturrei de calorias! Poderia ter feito algo mais proveitoso, mas foi bom ter descansado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ops...minha mãe acabou de ligar avisando que já está a caminho e mandando que eu fizesse o jantar. Acabou o meu sossego! Com licença, vou aproveitar o restinho do MEU TEMPO para ler meus e-mails...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;Magda Moraes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-4235862587988213632?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/4235862587988213632/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=4235862587988213632&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/4235862587988213632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/4235862587988213632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/04/que-horas-so.html' title='Que horas são?'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-1273943486536703653</id><published>2007-03-31T11:40:00.000-07:00</published><updated>2007-04-02T09:01:55.216-07:00</updated><title type='text'>Deusas da mitologia e do mundo</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;TODA MULHER É UMA DEUSA E UMA FERA. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;TODAS TÊM SEUS ENCANTOS E MAGIAS,&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;SONHOS E FRUSTRAÇÕES.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;AFRODITE, deusa do amor, da sensualidade e da sexualidade. Seu nascimento tem duas versões, mas &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_xu4KkVsWkY4/Rg6rNdOsQ-I/AAAAAAAAAAc/JVZWPBKdQjU/s1600-h/afroditee.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5048160480001803234" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_xu4KkVsWkY4/Rg6rNdOsQ-I/AAAAAAAAAAc/JVZWPBKdQjU/s200/afroditee.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;a mais conhecida é de que, quando seu pai Urano foi agredido por Cronos, jorrou dele uma espuma branca que caiu no mar, de onde nasceu Afrodite. Afrodite teve muitos amores, entre eles Ares, deus da guerra. Com ele ela teve três filhos: uma filha, Harmonia e dois filhos, Deimos (Terror) e Fóbos (Medo). A união entre estes dois deuses, o amor e a guerra, são duas paixões incontroláveis, as quais, se em perfeito equilíbrio, poderiam estabelecer a harmonia. Afrodite também uniu-se a Hermes, que era um deus Hermafrodito. Como um símbolo, este deus pode representar a bissexualidade ou a androginia. Eros (Cupido), deus do amor, foi o filho mais famoso de Afrodite. Armado com seu arco, desfechava as setas do desejo no coração dos deuses e dos homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;PALAS ATENA era a deusa grega da sabedoria e das artes conhecida como Minerva pelos romanos. Atena e&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_xu4KkVsWkY4/Rg6wD9OsRCI/AAAAAAAAAA8/k2dEkph9M9c/s1600-h/atena.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5048165814351184930" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_xu4KkVsWkY4/Rg6wD9OsRCI/AAAAAAAAAA8/k2dEkph9M9c/s200/atena.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;ra uma Deusa virgem, dedicada à castidade e ao celibato. Era majestosa e uma linda Deusa guerreira, protetora de seus heróis escolhidos e de sua cidade homônima Atenas. Única Deusa retratada usando couraça, com pala de seu capacete voltada para trás para deixar a vista sua beleza, um escudo no braço e uma lança na mão. A história mitológica de seu nascimento: Zeus ingere sua primeira esposa, Métis (que estava grávida), uma Titã, na esperança de prevenir o nascimento de um futuro rival. Mas esse ato de integração tem uma conseqüência imprevista: um dia, Zeus tem uma dor de cabeça lancinante e logo dá à luz, pela cabeça, o feto que estava no útero de sua primeira esposa. A criança que nasce já madura da cabeça do pai é Atena, a filha consumada do pai.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;DEMÉTER Acredita-se que o culto à Deméter tenha sido trazido à Grécia vindo de Creta. Sendo assim, ela é descendente direta da Deusa-Mãe cretense, que com suas virgens e sacerdotisas, empunhava&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_xu4KkVsWkY4/Rg6t1tOsRAI/AAAAAAAAAAs/5z9wHr3yvjY/s1600-h/dem%C3%A9ter.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5048163370514793474" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_xu4KkVsWkY4/Rg6t1tOsRAI/AAAAAAAAAAs/5z9wHr3yvjY/s200/dem%C3%A9ter.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;m serpentes e prestavam culto ao touro. Neste caso, podemos afirmar que Deméter representaria a sobrevivência da religião e dos valores matriarcais durante a cultura patriarcal guerreira dos gregos clássicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Grécia antiga, Deméter era responsável por todas as formas de reprodução da vida, mas principalmente da vida vegetal, o que lhe rendeu o título de Senhora das Plantas. As pessoas a honravam ao usar guirlandas de flores enquanto marchavam pelas ruas, geralmente descalças. Acreditava-se que pisar na terra descalço aumentava a comunicação entre os humanos e a deusa. Deméter era a protetora das mulheres e uma divindade do casamento, maternidade, amor materno e fidelidade. Ela regia as colheitas, o milho, o arado, iniciações, renovação, renascimento, vegetação, frutificação, agricultura, civilização, lei, filosofia da magia, expansão, alta magia e o solo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;DIANA ou ÁRTEMIS - Ela era uma deusa de múltiplas facetas associadas ao domínio da Lua, virgem, caçadora&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_xu4KkVsWkY4/Rg6u8tOsRBI/AAAAAAAAAA0/lSSjnnv1urs/s1600-h/diana.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5048164590285505554" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_xu4KkVsWkY4/Rg6u8tOsRBI/AAAAAAAAAA0/lSSjnnv1urs/s200/diana.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; e parteira e de fato representa o feminino em todos os seus aspectos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Ártemis era pequena, Zeus, seu pai, perguntou-lhe o que queria de presente em um dos seus aniversários.&lt;br /&gt;Ártemis respondeu:&lt;br /&gt;- Quero correr livre e selvagem com meus cães pela floresta e nunca, nunca casar. Foi feita a sua vontade. Ártemis /Diana era o ideal e a personificação da vida selvagem da natureza, a vida das plantas, dos animais e do homens, em toda sua exuberante fertilidade e profusão. Na Itália chamaram-na Diviana, que significa a Deusa, um nome que é mais familiar, pois é bem similar ao seu nome original Diana. Ela era de fato a Caçadora, deusa da lua e mãe de todos os animais. Ela aparece em suas estátuas coroada com a lua crescente e carregando uma tocha acesa. A palavra equivalente em latim para vela era "vesta" e Diana era também conhecida como Vesta. Assim, o feixe de lenha, no qual ela veio da Grécia era realmente uma tocha não acesa. No seu templo, um fogo perpétuo era conservado aceso.&lt;br /&gt;Sua festa anual na Itália era comemorada no dia 13 de agosto. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_xu4KkVsWkY4/Rg6w99OsRDI/AAAAAAAAABE/F_2YvRu596g/s1600-h/flora.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5048166810783597618" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_xu4KkVsWkY4/Rg6w99OsRDI/AAAAAAAAABE/F_2YvRu596g/s200/flora.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;FLORA é a deusa romana da primavera que nos ensina a honrar tudo que cresce na natureza e no nosso interior. É uma deusa muito antiga para a qual Tito Tácio eregiu um altar em Roma. É a deusa que encarna toda a natureza e cujo nome se converteu na designação de todo o reino vegetal. Em algumas povoações itálicas o mês de abril era consagrado à Flora. No dia 28 deste mês, em sua honra, se celebrava uns jogos chamados de Florália, que duravam até 3 de maio. Era tradicional a presença de cortesãs nestes cerimoniais. Durante estes festivais eram realizadas danças e ritos de fecundidade. Os romanos ornavam casas, ruas e templos com flores. Era época de muita alegria e regozijo na Roma Antiga. Apesar de Flora ser uma deusa inteiramente itálica, Ovídio intenta relacioná-la com a mitologia grega. Partindo de uma falsa etimologia, identifica Flora com a ninfa grega Cloris. No relato há uma lenda entre Cloris e Zéfiro. O autor nos conta que em um certo dia de primavera Zéfiro, o vento oeste, avistou passeando a ninfa Cloris e apaixonou-se por ela, a raptou e posteriormente casou-se com ela. Como prova de seu amor, Zéfiro nomeou a sua amada como rainha das flores. Concedeu-lhe, ainda, o poder de germinar as sementes das flores de cultivo e ornamentais. Zéfiro e Cloris era um casal de deuses alegres e jovens que deslizavam pelo céu, enfeitados com coroas de flores, que tocavam com suas asas os casais de namorados nos dias frescos de primavera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_xu4KkVsWkY4/Rg6yC9OsREI/AAAAAAAAABM/jGDsuBYhR_o/s1600-h/hera.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5048167996194571330" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_xu4KkVsWkY4/Rg6yC9OsREI/AAAAAAAAABM/jGDsuBYhR_o/s200/hera.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;HERA para os gregos, Juno para os romanos, a Rainha do Olimpo, governava junto ao seu marido Zeus. Ela era filha de Cronos e Réia, a Grande Mãe deusa titã e foi criada na Arcádia. Teve como ama as Horas, ou as Três Estações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pouco que se sabe sobre ela provém de "Ilíada" de Homero, onde ganha fama de esposa ciumenta. O que descortina-se entretanto, é que em culturas patriarcais antigas, os homens tinham por regra, satirizar toda e qualquer mulher que alcançasse algum poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se Hera foi uma mulher disposta à contendas conjugais, realmente é porque ela estava coberta de motivos. Zeus era um homem libertino, promíscuo e infiel. Praticamente nenhum de seus filhos foram concebidos dentro dos limites de seu casamento oficial. O único deus que nasceu da união legítima de Zeus e Hera foi Ares, o deus da guerra, o mais medíocre dos deuses gregos. Visualiza-se aqui uma sociedade contemporânea, configurada em uma família patriarcal. Zeus é o pai, o chefe, o "cabeça do casal". Muito embora os conflitos persistentes, a supremacia de Zeus é escancarada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viram só, homens? Há todo tipo de mulher. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sendo elas deusas ou não, cada mulher tem suas características, suas virtudes, suas habilidades e seus defeitos. Não tente procurar uma mulher perfeita...não há. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para cada homem apaixonado há uma deusa à sua espera.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para os casados: Valorizem suas deusas, aquelas que fazem do seu dia-a-dia um conto de fadas ou uma fábula romana. Dêem a elas atenção e amor, pois é só disso que elas precisam.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aos solteiros: Não procurem suas Afrodites, Atenas, Heras ou Dianas, elas aparecerão de repente, assim que vocês merecerem.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Magda Moraes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_xu4KkVsWkY4/Rg6w99OsRDI/AAAAAAAAABE/F_2YvRu596g/s1600-h/flora.bmp"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-1273943486536703653?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/1273943486536703653/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=1273943486536703653&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/1273943486536703653'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/1273943486536703653'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/03/deusas-da-mitologia-e-do-mundo.html' title='Deusas da mitologia e do mundo'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_xu4KkVsWkY4/Rg6rNdOsQ-I/AAAAAAAAAAc/JVZWPBKdQjU/s72-c/afroditee.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-4469539691709508851</id><published>2007-03-30T11:36:00.000-07:00</published><updated>2007-03-30T12:40:25.002-07:00</updated><title type='text'>Ingerindo o texto</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;" Você é o que você come"&lt;/em&gt; - palavras de médicos e nutricionistas. Interessante.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;"Você é o que você lê"&lt;/em&gt; -as palavras não são minhas, mas vamos fazer de conta que são.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há um momento certeiro na vida da gente em que paramos tudo o que estamos fazendo e nos questionamos sobre algumas coisas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A pergunta é um sinal de que há dúvidas. Se há dúvidas, algo está errado ou, no mínimo, fora do lugar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Recapitulando: você achou que estava fazendo tudo certo e traçou metas para a sua vida. Nada aconteceu conforme você esperava. Então você se desesperou, certo? Isso é normal, fique calmo; são coisinhas básicas antes de surgirem as perguntas, que são a &lt;em&gt;primeira etapa&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O que você estava procurando? O que você estava sentindo? O que você estava esperando? O que você &lt;em&gt;achou que estavam esperando de você?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;Não conseguiu responder às perguntas acima? Tudo bem, você já deu o primeiro passo: perguntou-se. Tente novamente. &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="center"&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E agora? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ah, eu sabia que você conseguiria ! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;A segunda etapa&lt;/em&gt; é analisar o que você está sentindo hoje, já sem as razões das perguntas anteriores. Está melhor, não é mesmo? Percebeu que você pode caminhar sem apoiar-se naquelas bengalas invisíveis que você usava antigamente? Reparou o quanto ficou mais fácil respirar sem ter de trancar o ar? Percebeu que você tem amigos que lhe darão a mão sempre que você vacilar e perder o equilíbrio? Não tenha medo, eles estarão sempre atentos até você poder caminhar sozinho de novo. Sim, nesse momento a solidão e a reclusão são necessárias, mas por um curto espaço de tempo, apenas até você se situar de novo. Conseguiu ver que você fez tudo o que foi possível e, se não aconteceu mais, era porque já não era mais possível? Parabéns! Você já está quase indo para a terceira etapa. Ainda falta uma coisinha: olhar-se no espelho. Olhou? Que bom que você gostou do que viu. Agora vamos adiante.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;A terceira etapa&lt;/em&gt; consiste em você sentir-se capaz de perceber que pode querer apenas o que for &lt;strong&gt;possível. &lt;/strong&gt;Agora que você já entende que nem tudo é o que queremos que seja, e que nada depende apenas da nossa vontade, mate aqueles fantasmas que atormentava sua mente no passado...isso mesmo, dê um tiro em cada um! Verifique se eles morreram. Não respiram mais? Ótimo! Ainda não acabou. Você ainda tem medo dos reflexos. Pense: se tudo que aconteceu foi ruim demais, o que pode piorar? Absolutamente nada! Você ainda acha que as pessoas analisam suas reações, não é? Deixe de ser bobo, elas erram também; estão apenas tentando aprender com você!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bom, você já passou pelo estágio da observação interna e saiu-se muito bem; passou pelo estágio da observação externa e saiu-se melhor ainda. Tenho uma boa notícia: VOCÊ FOI APROVADO!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Está pronto para fazer novos planos, mas atenção: cuide para não criar objetivos fantasmas! Não espere caminhar pela estrada de tijolinhos amarelos, porque ela não existe! Lá na frente, onde você ainda vai chegar, há pedras, espinhos, buracos, poças d`água, ventania e tempestade, mas você já está forte o suficiente, nem vai sentir. Aproveite a sensação de liberdade e de ser amado por si mesmo e colha as flores do seu jardim! &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Querido leitor, você deve estar se perguntando desde o segundo parágrafo qual a relação das citações do cabeçalho com a temática do texto, não é?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Que livros você acha que eu tenho lido?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Leitura é fundamental para ocupar sua mente com coisas úteis, ao invés de ficar pensando besteiras. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para colocar algum sentimento para fora, primeiro você precisa ter alguma coisa por dentro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Magda Moraes. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-4469539691709508851?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/4469539691709508851/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=4469539691709508851&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/4469539691709508851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/4469539691709508851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/03/ingerindo-o-texto.html' title='Ingerindo o texto'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-1377576429125208854</id><published>2007-03-28T11:58:00.000-07:00</published><updated>2007-03-28T12:26:10.455-07:00</updated><title type='text'>O texto e eu</title><content type='html'>Não havia razão para redigir um texto hoje.&lt;br /&gt;Pensei em fazer uma análise das combinações das cores; não achei fundamento.&lt;br /&gt;Lembrei de falar de música; perdi as rimas.&lt;br /&gt;Tentei escrever algo sobre a cidade; me perdi nas ruas.&lt;br /&gt;Procurei palavras para descrever uma situação; esqueci meu dicionário.&lt;br /&gt;Tentei uma poesia; não saí do primeiro verso.&lt;br /&gt;Fui construindo uma crítica; não há o que criticar.&lt;br /&gt;Olhei fotos e, à medida que fui lembrando de fatos, tentei reescrever uma história; faltou um personagem.&lt;br /&gt;Tentei escrever um conto; me perdi num ponto qualquer.&lt;br /&gt;O melhor a fazer então era escrever sobre o nada.&lt;br /&gt;Mas o nada é tão grande que nem caberia neste texto...&lt;br /&gt;Então o texto e eu ficamos assim, sem nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Magda Moraes&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-1377576429125208854?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/1377576429125208854/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=1377576429125208854&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/1377576429125208854'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/1377576429125208854'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/03/o-texto-e-eu.html' title='O texto e eu'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-3817782531760324909</id><published>2007-03-26T18:58:00.000-07:00</published><updated>2007-03-30T13:12:39.544-07:00</updated><title type='text'>Sonorizando</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;Acendeu. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Ascendeu. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Brumas brancas balançavam à beira da bobeira.&lt;br /&gt;Debruçado, derrubado, doente, a doideira desumana descendo daqui e dalí.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Fácil ficar falando em fazer, fiscalizando fato e foto.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Galhos e ganchos gigantes e garfos e guinchos e gatos gaiatos girando.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Carros, cachoeiras, coices e cacetadas conspiravam como cães o caos dos canalhas. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;As suas ruas em silhuetas insinuantes saindo das sombras das salas salientes e salgadas ao sabor de quem sabe.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Rodas e rodopios, raios em rajadas de risos rasgados, ríspidos e retos como ratos nas ruas.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;A sombra.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;O assobio. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;O susto. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;O ciúme. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;O silêncio.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Apagou.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Mas não desceu.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Magda Moraes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-3817782531760324909?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/3817782531760324909/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=3817782531760324909&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/3817782531760324909'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/3817782531760324909'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/03/acendeu.html' title='Sonorizando'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-8979497048299490223</id><published>2007-03-26T11:39:00.000-07:00</published><updated>2007-03-28T20:17:42.932-07:00</updated><title type='text'>Hasta la vista, pero con dudas.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Todos os dias experimento uma sensação nova, tenho um novo olhar para o mundo e para as pessoas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todos os dias faço-me perguntas, e as respostas que me dou são as mais absurdas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todos os dias observo as reações das pessoas, e percebo as atitudes mais bizarras nos mais exemplares dos seres humanos. Observo as minhas também, mas não posso denominar de bizarras por serem semelhantes as de uns,ou normais por serem parecidas com as de outros tantos. São diferentemente as mesmas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O mundo é feito de matéria. O ser humano vive nele, mas da matéria apenas sobrevive. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O homem, o ser homem, o ser mulher, alimenta-se de sensações. Sensação de saudade, sensação de amor, de carinho, de conforto, de abandono, de solidão, de desamparo, de sucesso e de frustração. Já provei de todas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A sensação de despedida é nova para mim. Aos vinte e quatro anos da minha existência sinto que me despeço das pessoas, das coisas e das outras sensações.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Magda, explique-me.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Desculpe, Magda, não posso explicar. Ninguém me impede de explicar, o que é pior. Não explico porque não sei. Ainda se eu fosse embora...vou embora? Para onde vou? Também não sei. Confesso que tenho refletido sobre isso há alguns dias, mas à tão esperada conclusão ainda não cheguei. Não quero me despedir, não quero que as pessoas que amo sintam a sensação de abandono que eu já senti. E quem me disse que é das pessoas que me despeço? Ninguém. Talvez esteja eu dando adeus a uma fase, a um ciclo de vida, sei lá. Por que eu teria que entender? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A certeza que tenho é que ainda não é o momento de me despedir de ninguém. Xô, sensação estranha! Quando for a hora eu te chamo de volta. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todos os dias digo a mim mesma que é preciso ser forte, é preciso ser paciente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todos os dias me olho no espelho e grito bem alto para que a Magda possa ouvir: Ei, apenas mais um dia! E ela ouve. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todos os dias explico e exemplifico a mim mesma que todos os dias não são todos os dias. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Magda Moraes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-8979497048299490223?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/8979497048299490223/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=8979497048299490223&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/8979497048299490223'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/8979497048299490223'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/03/hasta-la-vista-pero-con-dudas.html' title='Hasta la vista, pero con dudas.'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-5843022204251224140</id><published>2007-03-23T09:08:00.000-07:00</published><updated>2007-03-23T09:38:07.184-07:00</updated><title type='text'>A historinha do amor</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;      " Foi assim: papai, mamãe e as manas tinham muuuuuito amor e não tinham para quem dar. Viviam tristes, não viam graça em nada, e queriam muito um gurizinho. A mamãe já não podia mais ter nenê na barriga, porque quando a minha mana nasceu, ela pediu para o médico cortar umas coisas que ela tinha lá dentro. Todos os dias eles rezavam para o Papai do Céu mandar um nenê para eles, para encher a casa de alegrias e fazer a vida deles mais feliz.  &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        Eu não sei onde eu estava quando ouvi o Papai do Céu me chamando e dizendo que tinha uma família muito legal que merecia um presente; ele disse que esse presente era eu. Não entendi direito, mas se ele falou, devia ter razão. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        Aconteceu que um dia eu estava deitadinho numa caminha esquisita, com frio e triste, quando uma mulher apareceu no vidro do quarto e me olhou de um jeito diferente. Eu vi no rosto dela uma lágrima caindo, e senti uma coisa quente no meu peito. Nos olhos dela tinha muito amor, e ela queria me pegar no colo. A enfermeira me buscou lá dentro e me levou até a mulher. Quando eu já estava nos braços dessa estranha, ouvi ela dizer assim: ' Oi, meu filho. A mamãe veio te buscar". Eu não disse nada, até porque não sabia falar, mas ela pode ver em meu rosto uma resposta. Ela me levou para casa, me apresentou para meu papai e para as minhas manas, ganhei dindas e dindos, primos e primas, avó, amigos, e muito, muito amor. A partir desse dia eu entendi o que o Papai do Céu tinha me falado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;       Sou uma criança abençoada, amo a minha família e o Papai do Céu não podia ter feito coisa melhor. O presente não foram só eles ganharam, eu também ganhei. Papai do Céu, ainda não sei rezar, mas a mamãe me ensinou a dizer muito obrigado".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;     Essas são palavras do meu irmão Alexandre. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;     Ele tem 3 aninhos, e conta essa história desde que tinha 1 ano e meio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;     Senhor, obrigada por este presente!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Magda Moraes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-5843022204251224140?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/5843022204251224140/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=5843022204251224140&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/5843022204251224140'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/5843022204251224140'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/03/historinha-do-amor.html' title='A historinha do amor'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-4100488446573162335</id><published>2007-03-18T09:18:00.000-07:00</published><updated>2007-03-18T17:29:50.218-07:00</updated><title type='text'>Era uma vez...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Havia um tempo em que o Sol brilhava sobre meus olhos. Mas esse brilho era forte demais, ofuscava-me. Havia também um Arco-Íris multicolorido, mas ele estava tão longe naquele horizonte intocável que meus olhos quase não podiam distinguir o amarelo do lilás. Mesmo assim eu insistia em partilhar daqueles momentos de calor intenso. Queria, com toda a força do meu querer, queimar-me naqueles raios. Procurei uma escada que me levasse até lá. Subia, subia, subia, e não alcançava nunca. Uma vez consegui, e ganhei uma queimadura horrível no peito.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De longe avistei uma Estrelinha e tentei pegá-la. Ela fugia todo o tempo. Conforme eu me aproximava, ela escapava, o Vento a levava para mais longe. Não quis mais o Sol e fiquei com raiva do Vento. Fiz de tudo para retirar o maldito Vento do círculo dos fenômenos naturais, mas não consegui, ele sobreviveu. Voltei à Terra e entristeci por não ter conseguido alcançar meu objetivo. Porém, jamais desisti. Esperei, esperei, esperei, pois uma velha bruxa me disse, quando eu era criança, que as estrelas às vezes caem do céu, só que fazem um estrondoso ruído, e apenas uma pessoa muito especial pode tocá-la sem ferir-se. Ora, eu sou especial! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Passei a olhar para o céu todas as noites, na esperança de ver aquele astro chegar perto de mim. Nada acontecia e eu ia dormir muito triste. Anos passaram e encontrei uma forma de concretizar minha vontade: criei uma estrelinha muito parecida com aquela e grudei-a ao meu corpo; assim ela jamais me abandonaria. Só que isso não me bastou. Com o tempo percebi que apenas eu poderia contemplá-la,ela não me via, não falava comigo, não me contava sobre suas coisas, seus medos, ela não tinha reação. Perdeu o sentido. Então tentei de novo... e de novo... e de novo buscar minha Estrela perdida, mas o Vento a levava sempre de mim. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um dia, porém, houve uma tempestade e o Vento virou para o outro lado. Era a minha chance, mas fiquei com medo dos Raios e me escondi. A Estrela veio me procurar, finalmente, mas eu não estava, pois, por entre as nuvens, pude enxergar a Lua, por quem me apaixonei. A Estrelinha foi embora muito triste, voltou para o céu. O Vento ainda soprava furioso, pois sabia que a Estrela, embora não tentando muito, queria morar na minha casinha. Quando olhei para aquela Lua lá em cima, tão quietinha e tão brilhante, desejei chegar até ela e convencê-la a descer comigo até a Terra. Depois de muito conversar e argumentar, consegui. A Lua vinha me visitar quase sempre e tornava minhas noites mais felizes. Acontece que de vez em quando ela sumia, e eu ficava procurando, procurando,procurando...até que não suportava mais o abandono e chorava. Dormia triste na escuridão da noite, sem estrelas e sem a Lua. A partir de então tive medo de olhar para o céu, pois todas as coisas que eu queria, ou fugiam de mim ou me machucavam. Até que passei a observar a Chuva.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todas as vezes que eu me queimei com o Sol, ela apareceu para resfriar meus ferimentos. Sempre que me frustrei por não conseguir tocar na Estrelinha, ela veio molhar meu rosto e me dizer que sou forte. Todas as vezes que a Lua desaparecia, a Chuva me dizia que nem sempre o caminho é claro, e me ensinou a tatear o trajeto. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E a historinha acabou assim: ninguém foi embora, todos permaneceram no seu devido lugar. Continuei admirando a noite, olhando sempre para o céu e dando boa-noite a todas as estrelas e à Lua, quando aparecia. Eu passei a olhar para o Dia com outros olhos e conquistei uma grande amizade com a Chuva, sem me importar com seus irmãos raios e trovões.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Magda Moraes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-4100488446573162335?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/4100488446573162335/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=4100488446573162335&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/4100488446573162335'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/4100488446573162335'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/03/era-uma-vez.html' title='Era uma vez...'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-281117288209347490</id><published>2007-03-16T19:58:00.000-07:00</published><updated>2007-03-30T13:05:14.256-07:00</updated><title type='text'>As regras e o jogo</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;A vida é mesmo uma incógnita. Há momentos em que não percebemos que estamos lidando com seres humanos e nos perdemos em contestações, não percebemos que lidamos com sentimentos alheios e com mágoas. Usamos, por vezes, pronomes errados, advérbios desnecessários ao destinatário. Ou ainda, há momentos em que não é preciso um destinatário para um simples desabafo. Nos &lt;em&gt;entretantos&lt;/em&gt; dos &lt;em&gt;talvezmentes&lt;/em&gt; da vida, &lt;em&gt;tudo depende dos dependes&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;tudo varia de&lt;/em&gt; &lt;em&gt;acordo com o ponto de vista&lt;/em&gt;, já diziam os antigos escritores realistas.&lt;br /&gt;Chega de divagações.&lt;br /&gt;Agora ao jogo do passa-ou-repassa. Responda apenas no final:&lt;br /&gt;1. O que você faria se fosse eliminado de um jogo de xadrez antes mesmo de poder mover suas pedras? Ficaria triste, inconsolável, pensando nas razões de tal julgamento, ou faria das suas razões a sua defesa? O juiz ditou as regras antes de expulsa-lo?&lt;br /&gt;2. Sendo você quem é, sabendo que perdeu-se em argumentos e ficou sem palavras, procuraria o esclarecimento ou aceitaria o silêncio do juiz?&lt;br /&gt;3. Já que você não teve mais alternativas, e o relógio do jogo corre muito rápido, tentaria mover a Rainha ou moveria o Cavalo num momento de raciocínio rápido?&lt;br /&gt;4. Sendo você o julgador e não o julgado, proferiria a sentença em sigilo ou denunciaria o mau jogador? Afinal, apenas você sabia que ele não conhecia todas as regras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense bem antes de responder, analise cada situação, coloque-se diante de uma mesa de xadrez. São tantas pedras, tantas casas, tantas regras, é uma confusão tão grande que você até se perdeu, não é mesmo? Que dirá de alguém como eu, que não faz a menor idéia de como se joga xadrez!&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu poderia aceitar a derrota e desistir, mas não faria isso. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E você, o que faria?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Magda Moraes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-281117288209347490?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/281117288209347490/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=281117288209347490&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/281117288209347490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/281117288209347490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/03/voc-sabe-quem-dita-as-regras-do-jogo.html' title='As regras e o jogo'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-40917627549855151</id><published>2007-03-11T09:52:00.000-07:00</published><updated>2007-03-11T09:53:45.297-07:00</updated><title type='text'>A pintura da brasilidade</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;            E o Brasil continua uma mera paisagem, uma bela pintura a óleo sobre a selvageria e a nudez. E este é lado bom, pelo menos no que é mostrado ao mundo, e virou moda divulgar esta brasilidade, exibir esses detalhes (in)verossímeis, estimular este tipo de julgamento. O que entristece é que os próprios brasileiros têm feito isso, deturpando seu país, enfeiando-o e resumindo-o a clichês. É o que está no filme Turistas, que está em cartaz nos cinemas de Porto Alegre desde a última sexta-feira.&lt;br /&gt;            A cineasta Lúcia Murat, responsável pelo documentário Olhar Estrangeiro, rebateu, comentou e criticou o filme em entrevista à Zero Hora nº 15.170/ano 43, de 11 de março de 2007. Felizmente alguém de porte intelectual teve fôlego para tanto. Ao ser perguntada se temos, nós brasileiros, culpa por nosso país ter sua imagem vendida dessa forma, Lúcia diz: “ Alguns brasileiros estimulam essa imagem para vender um grupo de samba, a alegria. Nos fantasiamos do que os caras querem ver”.&lt;br /&gt;            A pergunta é: o que os caras querem ver? Mulheres nuas, animais selvagens, paisagens paradisíacas, sensualidade, erotismo. Como vender isso? Fazendo das personagens elementos cômicos, como grande parte dos brasileiros faz de si próprios ao estimular essa idéia.&lt;br /&gt;            Essa imagem destorcida do Brasil tem invadido os mais diversos países e continentes há muitas décadas, desde a época de Carmem Miranda, que virou ícone de brasilidade, até os dias de hoje, como se pode perceber pelo filme em questão. E posso dar até mesmo um relato pessoal quanto a isso. Há vinte e poucos anos atrás, uma vizinha polonesa radicada no Brasil desde sua adolescência que tem a família vivendo no Canadá contava que os parentes não a visitavam porque tinham medo de vir ao Brasil. Se esse medo fosse da violência urbana seria compreensível, mas eles temiam “os bichos selvagens, os leões e tigres ferozes que atacavam as pessoas, os jacarés gigantes que engoliam os pescadores e os macacos imundos e brincalhões”. Assim fica difícil mesmo. Nem eu teria coragem de ir a um país assim.&lt;br /&gt;            Lamentavelmente essa situação tende a piorar se o povo não se conscientizar de que é o grande responsável pela mudança. A identidade nacional de um país é a mentalidade de seus habitantes, e a nossa tem sido uma caricatura. A responsabilidade é minha, é sua, é de toda a massa pensante. Vamos dar mais atenção ao que realmente importa, vamos nos movimentar ao invés de simplesmente nos revoltarmos. Vamos nos instruir para podermos nos armar de intelecto e cultura suficientes para mudar a imagem macunaimizada que temos aos olhos das grandes potências internacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARA LER, INTERPRETAR E REFLETIR:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi ali bem no meio do capão&lt;br /&gt;Se embala a nativa no colo&lt;br /&gt;E descia da mata num cipó&lt;br /&gt;Entre índios e brancos gritava.&lt;br /&gt;Entre a cruz e a espada do Senhor&lt;br /&gt;Viu Jesus que a cativa sangrava&lt;br /&gt;E lhe deu de presente um berimbau&lt;br /&gt;Pra cantar e espantar todo o mal.&lt;br /&gt;Muito ouro se achava por aqui&lt;br /&gt;Mas no mundo é que ele brilhava&lt;br /&gt;E quem vive na terra patropi&lt;br /&gt;De pobreza e preguiça se cala.&lt;br /&gt;Viva o sol, viva o lixo, viva a voz&lt;br /&gt;Viva Macunaíma, nosso herói.&lt;br /&gt;Desse culto à miséria eu já cansei,&lt;br /&gt;Canta a voz da mentira outra vez.&lt;br /&gt;Democracy  it’s a hard way.&lt;br /&gt;Povo pacífico, povo oprimido, povo apolítico.&lt;br /&gt;Povo que canta, que males espanta,&lt;br /&gt;Povo que reza unido na fome.&lt;br /&gt;Nossa guerra não tem terremoto,&lt;br /&gt;Nosso voto é de felicidade.&lt;br /&gt;Viva o índio glorioso do Xingu,&lt;br /&gt;Viva o nosso Anão Gabiru.&lt;br /&gt;Democracy it’s a hard way.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DEMOCRACY – Léo Henkin&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-40917627549855151?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/40917627549855151/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=40917627549855151&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/40917627549855151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/40917627549855151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/03/pintura-da-brasilidade.html' title='A pintura da brasilidade'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-8427745624953016081</id><published>2007-02-26T16:30:00.000-08:00</published><updated>2007-03-28T20:20:01.537-07:00</updated><title type='text'>Minha memória olfativa</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;        Há muitas pessoas que, assim como eu, recordam-se de pessoas, de lugares, de fatos e até de épocas através do cheiro. No meu caso, vou um pouco mais além da recordação: revivo o momento.&lt;br /&gt;      O cheiro da grama molhada misturada ao barro que, antes da chuva era pó, faz-me voltar no tempo, à pequena cidade de Sobradinho onde nasci e vivi durante grande parte da minha infância. Minha irmã, eu e meus primos, costumávamos correr pelo pátio da casa (ou era uma chácara?) da minha madrinha, brincando de pega-pega depois que chovia. Escorregávamos na lama, nos sujávamos completamente até os cabelos e, depois de muito rir e, às vezes brigar, voltávamos para casa para ouvir os muitos xingões das nossas mães por estarmos daquele jeito. Um pouco distante dali, num lugar que batizamos de “cipós”, brincávamos de piquenique. Em uma de nossas aventuras, quando minha irmã ainda era muito pequena e, conseqüentemente, minha responsabilidade, furtamos alguns pães, bolachas, queijo, salame, frutas e sucos e fugimos para os cipós. Eu, com todo o cuidado do mundo, estendi uma toalha na maior pedra-sabão que tinha por lá, fazendo-a de mesinha e dispondo sobre ela, com muita atenção, todos os elementos furtados. Nisso, perdi a mana de vista. Alguns minutos depois ouvi seus gritos desesperados: ela havia sentado em um formigueiro e estava com a fralda repleta de formigas. Abortamos a missão secreta e voltamos para casa, mas não sem antes ensaiar o discurso que daríamos para nossas mães. O resultado foi o que esperávamos: ficamos todos de castigo.&lt;br /&gt;Voltando ainda mais no tempo: todas as vezes que sinto o cheiro de uma flor vermelha, cujo nome eu nunca soube, que tinha na primeira casa onde morei, lembro do meu estrondoso tombo nos degraus em frente à varanda. Eu devia ter um ano e meio, se tanto. Lembro que minha mãe saiu e, ao tentar ir atrás dela, escorreguei no primeiro degrau (eram três), esfolei os dois joelhos e chorei muito. Quando levantei os olhos, após limpar aquela mistura de sangue e terra que escorria pelas minhas pernas, e respirei fundo tentando controlar o choro, vi a tal flor e senti seu perfume. A flor não está mais lá, mas sempre que sinto aquele cheiro, lembro da cena do meu tombo.&lt;br /&gt;        Dentre tantas outras coisas de que me lembro dessa mesma forma, gostaria de citar uma um pouco mais triste. Meu avô sofreu durante muitos anos de câncer e, por inúmeras vezes, precisou ficar hospitalizado na Santa Casa de Porto Alegre. Minha mãe e eu íamos diariamente visitá-lo e levar-lhe roupas e outros utensílios. Todas as vezes que eu entrava no pavilhão onde ele estava, sentia um cheiro de remédio misturado a produtos de limpeza. Não sei explicar o que era esse cheiro, só sei que até hoje, todas as vezes que entro em algum hospital e respiro fundo, lembro de meu avô deitado no leito, coberto pelo lençol até o peito, recebendo o medicamento através de uma longa mangueira de soro.&lt;br /&gt;       Há pessoas que foram importantes para mim em determinado momento de minha vida e das quais já não lembro nem o nome. Há lugares onde fui feliz por uma razão qualquer. Houve situações em que chorei copiosamente sem ao menos saber o motivo. De tudo isso, ficou em minha memória o cheiro, e em meu coração, a saudade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Magda Moraes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-8427745624953016081?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/8427745624953016081/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=8427745624953016081&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/8427745624953016081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/8427745624953016081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/02/minha-memria-olfativa.html' title='Minha memória olfativa'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-1274707668431984313</id><published>2007-02-26T11:32:00.000-08:00</published><updated>2007-02-26T17:45:52.203-08:00</updated><title type='text'>O que será amor?</title><content type='html'>Alguns acreditam saber e escrevem longas reflexões sobre o assunto. Outros não se arriscam, pois sabem que não entendem disso, talvez porque nunca sentiram.&lt;br /&gt;Florbela Espanca diz que amor é carne. Camões, que é fogo que arde sem se ver.&lt;br /&gt;Se não se vê, não é carne.&lt;br /&gt;Como pode um sentimento tão contraditório ocupar os pensamentos de tanta gente?&lt;br /&gt;O coração de muitos é bem provável que não ocupe, ou não veríamos tantas aberrações nos noticiários.&lt;br /&gt;Será que possui algum tipo de reação física que poderia ser explicada pela ciência? Seria uma delas aquele frio na barriga que sentimos quando uma pessoa telefona ou aparece de repente?&lt;br /&gt;Ou, ainda, aquele calor que dá no peito quando abraçamos uma pessoa que não víamos há muito tempo?&lt;br /&gt;Para ser sincera, não sei. Acredito haver diversos tipos de amor.&lt;br /&gt;Creio em Florbela. Creio em Camões. Mas, acima de tudo, creio em meu coração. Amo tanta gente que não poderia citar todos. Cada um de uma forma diferente.&lt;br /&gt;Amo aquele que morreu por mim na cruz. Amo aqueles que, com tanto sentimento, me conceberam. Amo duas criaturinhas que convivem comigo desde o seu nascimento e com quem compartilho minhas crises e minhas vitórias. Amo várias pessoas que cruzaram a minha vida; algumas se foram, outras permaneceram. Amo seres que não falam. Amo seres que não pensam. E por amar tanto assim, sinto-me cada vez mais amada.&lt;br /&gt;Ainda que não por todos esses, mas principalmente por mim.&lt;br /&gt;Por que acredito nisso? Porque não espero retorno.&lt;br /&gt;Apenas amo. Como Florbela e como Camões.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-1274707668431984313?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/1274707668431984313/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=1274707668431984313&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/1274707668431984313'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/1274707668431984313'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/02/o-que-ser-amor.html' title='O que será amor?'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-1172115566861568384</id><published>2007-02-26T10:09:00.002-08:00</published><updated>2007-02-26T05:10:14.471-08:00</updated><title type='text'>O Carnavalismo</title><content type='html'>Fantasias, cores, música, movimento: é festa! O povo alegre festeja o descaso, a hipocrisia, a injustiça, a violência urbana, os abusos, a pobreza, a fome, a política politicamente incorreta, o desemprego. O povo grita unido a beleza do país, idolatra líderes fictícios e apega-se a personagens inverossímeis.&lt;br /&gt;            É festa! Não vamos pensar nessas coisas hoje, assim como não pensamos ontem e não pensaremos amanhã. Deixemos tais futilidades para quinta, quem sabe segunda-feira. Melhor: deixemos para março, assim logo iniciará algum campeonato de futebol e a alegria voltará a reinar em nossos corações verde-amarelos. Tapemos o sol com a peneira, vamos brindar às belezas naturais de nosso Brasil tupiniquim que continua sendo apenas uma mera paisagem, ornado de plumas, paetês e mulatas esculturais. Incentivemos a ignorância e nos distraiamos com o voyeurismo. É festa!&lt;br /&gt;            Deixando agora de lado a ironia, fico pensando se não seria muito mais interessante fazer do carnaval uma manifestação cultural de verdade, com conteúdo e com história. Algo que pudesse, de alguma forma, enriquecer intelectualmente esse povo oco do qual fazemos parte. Concordo que as grandes Escolas de Samba têm melhorado muito sua temática ao longo dos anos, ganhando até status de manifestação social. Mas de que adianta tanto esforço e tanto empenho se quem rouba a cena e a atenção são as beldades exibindo seus corpos nus na avenida?&lt;br /&gt;            A imagem do Brasil, onde o há palmeiras e onde o sabiá canta como jamais cantará em outro lugar, continua a mesma há séculos: terra de índios nus que cantam heróis de mentirinha e fazem a Dança da Chuva.&lt;br /&gt;            Há 507 anos que o brasileiro faz a mesma coisa.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Magda Moraes.&lt;br /&gt;20/fev/07.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-1172115566861568384?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/1172115566861568384/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=1172115566861568384&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/1172115566861568384'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/1172115566861568384'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/02/o-carnavalismo.html' title='O Carnavalismo'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-1890966271809668436</id><published>2007-02-26T07:38:00.000-08:00</published><updated>2007-02-26T07:42:09.741-08:00</updated><title type='text'>De rerum Magda Moraes</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;Eu:&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Consegui desejar apenas uma estrela no meio de uma constelação;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;revirei continentes atrás de uma moeda perdida;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;me afoguei com uma gota d'água;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;chorei e fiz chorar;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;abri mão de um tesouro por alguém que o merecia mais;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;confundi alhos com bugalhos;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;tive medo do escuro;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;dei socos nas paredes de tanta raiva;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;beijei meu cachorro de tanta alegria;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;esqueci meu nome;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;devolvi presentes;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;pisei em flores;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;escrevi poesias;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;não liguei no aniversário;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;prometi e não cumpri;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;acreditei em promessas;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;fiz chover lá fora;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;perdi o sol da hora;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;vi um arco-íris na escuridão;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;senti uma presença distante;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;já fui única e mais uma;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;me perdi na estrada;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;dei a mão a quem precisou;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;pedi socorro quando perdi meu chão;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;gritei por um gol;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;desmaiei de emoção;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;sonhei acordada;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;desejei mudar o mundo;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;roubei um livro;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;emprestei meu ombro.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Eu:&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Alguém como todos os alguéns.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Quem nunca fez tudo isso?&lt;br /&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Magda Moraes&lt;br /&gt;Jan/07.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-1890966271809668436?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/1890966271809668436/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=1890966271809668436&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/1890966271809668436'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/1890966271809668436'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/02/de-rerum-magda-moraes.html' title='De rerum Magda Moraes'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7178703920316835905.post-1751078625993415770</id><published>2007-02-26T05:25:00.000-08:00</published><updated>2007-02-26T08:00:50.077-08:00</updated><title type='text'>Permitir-se viver é primordial</title><content type='html'>Vivemos diariamente oprimidos pela falta de tempo, escravizados pelo relógio e pelas responsabilidades do cotidiano. Não nos permitimos parar um pouco para pensar no que realmente importa na vida. Não que trabalho, estudos, família e projetos não sejam importantes, mas dar atenção a nosso lado emocional é fundamental para o bom desempenho das funções mentais.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fazendo um retrospecto dos últimos dias, percebi que fatos quase insignificantes emocionaram-me profundamente: ver uma criança sofrendo causou-me revolta; lembrar da morte de um amigo, que nem era assim tão próximo, levou-me às lágrimas; ouvir meu irmão pequenininho dizendo que me ama trancou-me a voz; ler um texto de uma amiga deu-me orgulho e senti saudades de um passado que não vivemos juntas. Tudo isso em uma única semana. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Minha última grande emoção aconteceu assitindo a um filme. Dediquei um dia inteiro do meu precioso tempo para ficar perto de uma pessoa com que há tempos não convivia e de quem gosto e admiro muito, com a finalidade de conversar e trocar idéias sobre trabalho. Após uma longa e séria conversa, decidimos assistir a uma comédia para descontrair. No sofá em frente à televisão, os dois sentados lado a lado, olhando na mesma direção, sentindo a mesma coisa, compartilhando o mesmo momento, o mesmo sentimento, por mais fútil que fosse. Ríamos ambos aos borbotões de cenas hilárias quando abruptamente senti meu peito apertar: uma cabeça desatenta repousou em meu ombro; aconcheguei-me em uma almofada que estava abandonada por alí. Senti-me em casa, embora estivesse, ainda que teoricamente, na casa de um estranho, o que requer o mínimo de etiqueta. Ergui meus pés no móvel à frente e ficamos assim, amontoados entre almofadas dando risadas de coisas que não existem fora daquela televisão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Confesso que o filme em nada acrescentou a meu intelecto, mas valeu pelo que despertou em mim: percebi que deixar as preocupações de lado por pouco mais de uma hora não faz de mim uma extraterrestre; descobri o quão importante é o contato físico e o quanto este ato tão simples nos dá forças para viver.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pouco conversamos depois do filme, porém aquele tempinho em que estávamos na mesma sintonia e olhando na mesma direção fez sentir-me mais viva e imensuravelmente mais útil do que em uma semana inteira de trabalho.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pensar é importante, mas permitir-se viver é primordial.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7178703920316835905-1751078625993415770?l=magdamoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://magdamoraes.blogspot.com/feeds/1751078625993415770/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7178703920316835905&amp;postID=1751078625993415770&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/1751078625993415770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7178703920316835905/posts/default/1751078625993415770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://magdamoraes.blogspot.com/2007/02/permitir-se-viver-primordial.html' title='Permitir-se viver é primordial'/><author><name>Magda Moraes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14127933764058471978</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
